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Gasolina na Veia

mês

março 2017

Daqui não saio, daqui ninguém me tira.

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Brasilia 1978, sempre na mesma garagem desde zero quilômetro.

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garantia de autenticidade pelo comprovante de revisão aos 1.000 km.

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Quem conduziu a Brasilia de 1978 até 1988 foi o Jurandir Nascimento (ano de sua morte),  a partir daí a D.Joana D’Arc, proprietária do carro, assumiu a direção.

Sempre muito bem cuidada, manutenção  em dia, e seus 140.000 km rodados é o brinquedinho da família.

Ainda conserva a pintura original, e acessórios de época, como: para-barros, calotas cromadas e protetores de pára-choques.

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Muito legal passear no carro. Na foto Jaderson Gomes (sobrinho da D.Joana D’Arc) e Mércia Nascimento (filha da D. Joana D´Arc)

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Hoje quem cuida e dirige a Brasília é a Joana (filha), que,  com certeza, não vai deixar que ela saia, e ninguém a tire da garagem.

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Para encerrar, a Brasilia leva o selo de originalidade do

“Gasolina na Veia”

MEMÓRIAS SOBRE RODAS “VW 1600, Variant e TL”

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Derivado dos Typ 3 alemães (um protótipo que não entrou em produção), o Brasil viu em dezembro de 1968 a estreia do VW 1600, um carro de três volumes e quatro portas, com um motor a ar de 1600 cc, instalado na traseira. Acomodava quatro passageiros e desenvolvia velocidade máxima de 135 km/h. A dianteira, única no mundo, possuía faróis retangulares até 1970, quando foram substituídos por dois faróis redondos de cada lado.

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Os frutos da linha iniciada pelo VW1600 (apelidado de Zé do Caixão) foram positivos para a Volks. Então, derivando dele, a fábrica seguiu a tendência natural da linha europeia, lançando a perua Variant, em 1969.

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Com a saída de linha do 1600 original, a fábrica lançou o dois volumes e meio (fastback) TL em 1970, com o motor horizontal da Variant , que já no ano seguinte seria eleito pela Revista Auto Esporte o Carro do Ano de 1971

A Variant e o TL possuíam a mesma motorização do VW1600, porém o estilo de carroceria fez toda a diferença. Além da pequena área de carga na dianteira, agora havia um amplo espaço na traseira, ampliado pelo motor horizontal que ocupava bem menos espaço. No caso da Variant, o espaço total para carga chegava a 640 litros. O problema da rejeição ao design foi solucionado em 1971, através de uma reestilização da dianteira. Ambos os carros ganharam uma dianteira mais baixa e inclinada para dentro. Apesar do apelido “cabeça de bagre”, o novo desenho obteve grande aceitação.

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A VW também lançou uma versão de 4 portas do TL, para atrair os motoristas de táxi (que utilizaram muito o VW 1600 quatro portas).

Os modelos acumularam boas vendas no decorrer da década de 70. Apesar do sucesso no mercado brasileiro e da ausência de competidores, a idade do projeto começava a pesar.

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Então, a Volks decidiu introduzir também aqui a linha Passat, já em 1974, ocupando o mesmo nicho de mercado do TL.

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Esta concorrência interna, somado ao lançamento do VW Brasília, decretou o fim da linha TL em 1975, podendo-se encontrar algumas unidades residuais no ano de 1976.

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Com o intuito de manter a linha de veículos com motores refrigerados a ar, a Volks do Brasil investiu em um projeto próprio, a Variant II, basicamente uma versão maior do Brasília. Com vários avanços técnicos, o modelo impressionava quando comparado a sua “irmã mais velha”. Porém problemas mecânicos inerentes ao modelo (e o futuro lançamento da Parati planejado pela fábrica, para ocupar a mesma posição de mercado) trouxeram o fim do modelo já em 1981.

Museu da Ferrari em Maranello-Itália

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É um museu de carros Ferrari que está localizado a cerca de 300 m das fábricas da Ferrari em Maranello , perto de Modena . Dedicado à montadora do cavalo empinado, não só coleciona carros, mas também expõe prêmios, fotografias e outros objetos históricos relacionados com a história do automobilismo italiano. A exposição também apresenta inovações tecnológicas, muitos dos quais estão a transição entre os carros de corrida e modelos de estrada. O museu foi inaugurado em fevereiro de 1990 , e uma nova ala foi adicionado em outubro de 2004 . A Ferrari assumiu a gestão do museu em 1995, com superfície total de 2.500 metros quadrados e recebe anualmente cerca de 180 mil visitantes.

 Assista o vídeo:

Glup, glup, glup…

36 ANOS ESQUECIDA NO FUNDO DE UM LAGO

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Muito interessante: um hotel da Noruega comprou uma bela VW Kombi nova, em 1957, a famosa “Kombi panorâmica” de 23 janelas. Em 1973 deu problemas na caixa de câmbio, e não valia a pena consertar. Então jogaram a pobrezinha num lago, e ficou  submersa até ser resgatada em 2009

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Para que não boiasse, colocaram dentro dela aproximadamente 300 garrafas velhas

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Mergulhadores conseguiram retirar boa parte do lixo que estava dentro, e ,amarraram um guindaste para puxá-la do fundo do lago

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O dono do hotel em que ela estava registrada ,doou o carro para Morten, o maluco que a tirou do fundo do lago

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Ele conseguiu limpar tudo, arrumou o câmbio, as suspensões e freios, fez o motor funcionar, mas,  não a  restaurou por completo

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A kombi após pequenas alterações

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Esta é a Kombi antes de ser jogada no lago

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Enquanto existirem estes malucos, a memória dos antigos será preservada

AS NOVIDADES DO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE GENEBRA 2017

O melhor do Salão do Automóvel de Genebra 2017″ você  vê aqui no “Gasolina na Veia”

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O que vem de muito interessante na indústria automobilística

q8Ferrari 812 Superfast motor V12 de 800 cv, chega aos 100 km/h em apenas 2,9 segundos e máxima de 340 km/h

Q16Pagani Huayra Roadsterpossui um motor 6.0 V12 biturbo de 764 cavalos

q6 EF7 Vision Gran Turismo,  desenhado pelo estúdio Pininfarina equipado com motor V8 de 600cv

Q15Mercedes Classe X , motor V6 turbodiesel e tração 4×4, com capacidade para rebocar 3,4 toneladas e 1,1 tonelada de peso na caçamba

q4DS 7 Crossback , SUV híbrido da marca de luxo da PSA, equipado com um motor a gasolina e dois elétricos, que juntos geram 300cv

q10Aston Martin Vantage AMR , equipado com motor de 507cv

Q13Range Rover Velarcontará com 6 versões, a de entrada possui motor 2.0 Diesel de 180 cavalos e a top de linha 3.0 V6

q2Honda Civic Type R, equipado com motor 2.0 turbo de 310cv de potência e 40,7 kgfm de torque

q18Opel Insignia Grand Sport e Insignia Sports Tourer, motores de quatro cilindros a gasolina ou diesel

q9Jaguar I-Pace , SUV elétrico com 400cv de potência e autonomia de  500 quilômetros

q17Skoda Octavia RS 245, com 245 cv, tal como a sua denominação sugere

q5Volvo  XC60,  visual  moderno e muita tecnologia para garantir uma condução segura

q3 Ford Fiesta ST, versão nervosa do hatch compacto, motor Ecoboost de 200cv e sistema que possibilita três modos de condução

q19Mitsubishi Eclipse Cross , equipado com motor a gasolina 1.5 litros turbo de injeção direta ou diesel 2.2 litros, associado a uma caixa automática de 8 velocidades

q7Porsche Panamera Turbo Sport Turismo, oferece opções de motorização que vão de 330cv a 550cv

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OS FUTURISTAS

q12 Toyota elétrico i-Tril, triciclo compacto futurista (conceito)

q11Pop Up, projetado para andar em solo firme e no ar, desenvolvido pela fabricante de aviões Airbus e o estúdio Italdesign

Q14Peugeot Insticto modelo ainda é  um conceito, tem o estilo de uma perua

Os seis modelos mais potentes do Salão de Genebra, todos têm mais de 1000 cv de potência.

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Artega Scalo Superelletra – 1020 cv

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Zenvo TS1 GT – 1180 cv

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Techrules Ren – 1305 cv

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Koenigsegg Agera RS Gryphon – 1360 cv

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Koenigsegg Regera – 1500 cv

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Dendrobium – 1500 cv 

 

 

Alguns antigos presentes no evento

Curiosidade

Poster do Salão de Genebra de 1924

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Mega Web – Tokyo

A equipe do Gasolina na Veia foi à Tokyo, capital do Japão, conferir a exposição de carros antigos no Mega Web, parque temático automobilístico que acontece na região de Odaiba e é promovido pela Toyota.

Na exposição é possível encontrar clássicos fabricados entre as décadas de 1950 e 1970, e apesar de o parque ser promovido pela Toyota, você pode encontrar também raridades da Nissan, Honda, Mazda, Ford, BMW, GM e até um DeLorean.

Confira abaixo as belezinhas que fotografamos direto de Tokyo.

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History Garage – no Mega Web em Tokyo
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History Garage – no Mega Web em Tokyo
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Toyota Sprinter Trueno Modelo TE27, Japão, 1973
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Toyota Celica Modelo TA27, Japão, 1974
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Toyota Celica Modelo TA27, Japão, 1974
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Toyota Corolla Levin GTV (AE86), Japão, 1984
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Toyota Soarer Modelo MZ11, Japão, 1981
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Nissan Skyline Modelo KPGC10, Japão, 1970
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Nissan Fairlady Z432 Modelo PS30, Japão, 1971
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Isuzu 117 Coupe Modelo PA90, Japão, 1971
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Toyota Sports 800 Modelo UP15, Japão, 1965
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Toyota 2000GT Modelo MF12, Japão, 1967
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Toyota 2000GT Modelo MF12, Japão, 1967
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BMW Isetta 300, Alemanha, 1960
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Ford Mustang, EUA, 1964
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GM Corvette Sting Bay, EUA, 1963
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GM Chevrolet Impala, EUA, 1959
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GM Chevrolet Impala, EUA, 1959
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Citroen 11B, França, 1953
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Citroen 11B, França, 1953
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MG TC, Reino Unido, 1945
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Messerschmitt KR175, Alemanha, 1954
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Toyopet Corona Modelo RT20 da Toyota, Japão, 1961
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Toyopet Crown Modelo RS41 da Toyota, Japão, 1963
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Mazda Carol, Japão,1962
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Delorean DMC 12, EUA, 1981

A exposição também conta com uma vasta coleção de miniaturas de várias nacionalidades.

Espero que tenham gostado e se estiverem passeando por Tokyo, não deixem de conhecer a Mega Web.

 

 Texto e fotos:   Aline Pereira

MEMÓRIAS SOBRE RODAS “Ford Maverick”

O Maverick foi um automóvel criado pela Ford dos Estados Unidos que obteve grande sucesso em seu país de origem. Também foi fabricado no Brasil entre 1973 e 1979 em versões exclusivas com motores 4 e 6 cilindros.

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O “MAVERICK” NOS ESTADOS UNIDOS

Ao fim dos anos 60, a Ford norte-americana buscava um veículo compacto, barato e econômico para os padrões do país,  que pudesse fazer frente à crescente concorrência dos carros europeus e japoneses. Então no dia 17 de abril de 1969  o “Maverick” foi lançado por US$ 1.995, com 15 cores disponíveis e motores de 2,8 e 3,3 litros, ambos de seis cilindros.

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A Ford o anunciou como o veículo ideal para jovens casais, ou como segundo carro da casa. O estilo foi claramente copiado do Mustang. O sucesso foi imediato e logo no primeiro ano foram vendidas 579.000 unidades.

O “MAVERICK” NO BRASIL

O primeiro Maverick  produzido no Brasil deixou a linha de montagem em 4 de junho de 1973. O público já começava a interessar-se pelo modelo desde o Salão do Automóvel de São Paulo de 1972, quando o carro foi apresentado. O que seguiu foi uma das maiores campanhas de marketing da indústria automobilística nacional, contando inclusive com filmagens nos Andes e na Bolívia.

O carro apresentava inicialmente três versões: Super (modelo standard), Super Luxo (SL) e o GT . Os Super e Super Luxo apresentavam-se tanto na opção sedã quatro portas e  como cupê duas portas, sendo sua motorização seis cilindros em linha ou, opcionalmente, V8, todos com opção de câmbio manual de quatro marchas no assoalho ou automático de três marchas na coluna de direção.

Já o “Maverick GT” era o top de linha, se destacava externamente pelas faixas laterais adesivas na cor preta, capô e painel traseiro com grafismos pintados em preto fosco e rodas mais largas. O Maverick GT vinha equipado com motor de 8 cilindros em V de 302 polegadas cúbicas, potência de 199 hp  e 4.950 cm3 de cilindrada oferecido somente com câmbio manual de quatro marchas com acionamento no assoalho, podia acelerar de 0 a 100 km/h em pouco mais de dez segundos.

Também eram itens que equipavam somente a versão “GT”: um par de presilhas em alumínio no capô e internamente  um conta-giros sobreposto à coluna de direção do volante.

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No ano de 1975, com o objetivo de homologar o Kit Quadrijet para as pistas, a Ford lançou no Brasil o famoso Maverick Quadrijet. Verdadeira lenda entre os antigomobilistas e amantes de velocidade, o Maverick Quadrijet era um Maverick 8 cilindros cujo motor era equipado com um Carburador de corpo Quádruplo (daí o nome “Quadrijet”), coletor de admissão apropriado, comando de válvulas de 282º  e taxa de compressão do motor elevada para 8:5:1, aumentando a potência do carro, de 140 cv para 185 cv (potência líquida) a 5.600 RPM. Com essas modificações o Ford Maverick acelerou de 0 a 100 km/H em  6,5 segundos e atingiu a Velocidade Máxima de 205 km/h.

 O “FORD MAVERICK” NAS PISTAS

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Os “Maverick” equipados com o potente motor V8 fizeram grande sucesso nas pistas brasileiras, reinando de 1973 a 1977 em praticamente todas as provas das quais participou.  Alguns Maverick receberam extensas modificações, como por exemplo o modelo construído pela Ford especialmente para a Divisão 3, por intermédio do preparador Luiz Antonio Greco. O motor recebeu, entre outros itens, cabeçotes de alumínio Gurney-Weslake, iguais aos usados no lendário Ford GT40, comando de válvulas especial e 4 carburadores de corpo duplo Weber 48 IDA. Com esta modificação o motor atingiu a potência de 450cv líquidos, cerca de 3 vezes a potência original.

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A partir dos anos 90, devido à maior facilidade de importação no Brasil, muitos proprietários equiparam seus Maverick com peças para alta performance de origem norte-americana, o que fez o carro ser largamente usado em provas de arrancada que se multiplicaram no país. Neste tipo de prova os Maverick têm logrado grande sucesso, sempre arrancando vibração do público com o ronco característico de seu potente motor.

OPALEIROS BRUTUS DO VALE

O “GASOLINA NA VEIA” participou no domingo dia 05/03/2017 do “Encontro Mensal dos Opaleiros Brutus do Vale” da cidade de Santa Rita do Sapucaí no sul de Minas Gerais.

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Durante o evento “Marcus Vinicius” presidente do “Gasolina na Veia”, e diretor regional da “AMA” no Sul de Minas, entregou ao presidente do clube “Opaleiros Brutus do Vale” “Hudson Policarpo”  o diploma de filiação a “AMA-Asssociação Mineira de Antigomobilismo”.

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Também presente no evento a turma do clube “Rota dos Antigos” de Pouso Alegre-MG

ABAIXO ALGUNS DOS CARROS QUE ESTIVERAM NO EVENTO

NOVO TOYOTA COROLLA 2018

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O Corolla renovado recebeu controle de estabilidade e design mais agradável, perdendo um pouco do ar conservador presente há anos. As mudanças aparecem na frente do carro, com a grade mais fina e os faróis mais longos.

c2Faróis e lanternas passam a ser equipados com lâmpadas de LED.

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Por dentro, o Corolla  foi beneficiado pela reforma. Olhe bem para o painel, as saídas de ar laterais ganharam formato arredondado, toque esportivo que combina com os instrumentos emoldurados por copos. O visor LCD do computador de bordo continua destacado ao centro e passa a ter melhor resolução.

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 O motor de 153 cv e 20,7 kgfm de torque continuará associado ao câmbio de sete marchas sequenciais e borboletas no volante. Um conjunto capaz de ir de zero a 100 km/h em 9,5 segundos. A opção 1.8 de 144 cv e 18,6 kgfm de torque também será mantida, para atender as regras de descontos para pessoas com deficiência.

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