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Gasolina na Veia

data

12 de novembro de 2017

Volkswagen SP2

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A série SP foi uma série de carros esporte desenvolvidos pela Volkswagen do Brasil para o mercado interno, de 1972 a 1976. O nome supostamente é uma abreviatura para São Paulo, outras fontes atribuem a sigla à Special Project ou Sport Prototype.

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Nos anos 70 o mercado brasileiro estava fechado a importações. Os únicos carros esporte oficialmente feitos para o Brasil eram o Karmann Ghia e seu sucessor, Karmann Ghia TC.

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O SP, nome final do carro, foi construído na plataforma da Variant, oferecido com o mesmo motor boxer de 1600cc, versão chamada de SP1, ou com um motor 1700cc, chamado de SP2. Este último desenvolvia 75cv, 160 km/h e fazia 10 km com um litro de gasolina e foi a versão que prevaleceu no mercado.

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O SP1 logo apos o seu lançamento saiu de linha, com baixo desempenho, apenas 65 cv em um motor 1600 ele não agradou. Esse problema viria assombrar o SP2 também. Na verdade, uma piada maldosa da época dizia que a sigla “SP” significava “Sem Potência“. Logo ficou claro que o carro, apesar de seu notável design, não conseguiria derrotar o Puma na performance. Embora eles usassem um motor similar, o Puma era feito em fibra de vidro, muito muito mais leve do que o aço empregado no SP2.

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Com um total de 10.207 unidades fabricadas, 670 deles exportados para a Europa, o carro saiu de linha em 1976, atualmente é valorizado como item de colecionador.

PUMA

A Puma foi uma fabricante brasileira de automóveis esportivos e caminhões de pequeno porte. Atuou entre 1967 e o início dos anos 1990.

 

O Puma GT DKW originou-se do GT Malzini, um automóvel esportivo brasileiro projetado por Rino Malzoni e produzido entre 1964 e 1966. Idealizado inicialmente apenas para competições, utilizando chassis e mecânica DKW (representada no Brasil pela Vemag) e carroceria em fiberglass, foi produzido inicialmente em duas versões: uma espartana, para as pistas de corrida, e outra, de passeio, que posteriormente daria origem ao Puma GT (conhecido também como Puma DKW) e à marca Puma

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Puma GT, lançado em 1968 já com a plataforma Karmann Ghia 1500 que substituiu a plataforma DKW, cuja fabricação foi interrompida após a aquisição da DKW pela Volkswagen

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Puma GTE (Grã-Turismo Europa) surge em 1970, utilizando o motor de 1,6 litros em substituição ao Puma GT
p5 Puma GTE Spider conversível, lançado em 1971
Em 1973 é lançada uma nova carroceria, apesar de muito similar, era mais aprimorada nos detalhes. O conversível passou a se chamar Puma GTS

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Puma GTB,  lançado  em 1974  com a  plataforma  do  Chevrolet  Opala e motor  4100  cc  de 6 cilindros

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Em 1976 houve nova mudança de plataforma dos modelos GTE e GTS, passando a ser utilizada a do veículo Volkswagen Brasília
  A partir de 1980 os pumas foram rebatizados, o modelo GTE passa a ser denominado GTI e o modelo GTS como GTC
  Puma P-018 apresentado no Salão do Automóvel de 1981, vinha com ar-condicionado e vidros elétricos, o motor era o velho 1.6 VW refrigerado a ar, com cilindrada elevada para 1,7 litros, comando de válvulas esportivo Puma P2, dupla carburação Solex 40 e câmbio de relações longas do VW SP2. Assolada pela recessão dos anos 80, a Puma produziu só 25 P-018 de 1981 a 1983

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Puma GTB S2 (série 2), apresentado no salão do automóvel de 1978, o novo modelo apresentava linhas mais limpas com frente mais baixa, utilizando o mesmo motor Chevrolet 6 Cilindros em linha de 4.100 cc, o consagrado “250-S”

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Puma GTB S2 “Daytona”. Uma das Oficinas Autorizadas PUMA, denominada Fibrão, criou um Kit de personalização, para o PUMA GTB/S2, denominado Daytona. Este Kit era composto por para-choques maiores, mais largos, saia dianteira e lanternas dianteiras, sendo colocados os faróis da linha Gol e os piscas, saia lateral, aerofólio, maçanetas redondas do PUMA P-018. Na traseira, a placa foi deslocada para entre as lanternas, lanternas do VW Santana ou do Chevrolet Opala

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Puma AMV 4.1, foi a terceira e última geração do Puma GTB, tratando-se de uma reestilização do “S2” , alterando-se a frente e a traseira. No interior, os novos bancos Recaro em couro e novo painel de instrumentos

A VOLTA DO MITO

Puma GT Lumimari.  Com lançamento previsto para dezembro de 2017, o novo Puma vem  equipado com motor 2.4, de 180 cv preparado pela própria Puma, instalado na posição traseira-central, carroceria feita de fibra de vidro e carbono, chassi  tubular feito em aço, transmissão manual de seis marchas, freios a disco nas 4 rodas, pneus Pirelli Trofeo 225/40, rodas aro 17 na dianteira, e 244/45 na traseira. As primeiras informações são de uma série limitada e  preço de R$ 150.000,00

 

Chevrolet Amazonas

O “Chevrolet Amazonas” foi o primeiro utilitário de uso misto no Brasil 

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O carrão tem capacidade para nove ocupantes, incluindo o motorista em três fileiras de bancos. Para o compartimento de trás o acesso era por uma unica porta lateral.

O acesso ao compartimento de bagagem é feito por uma tampa traseira que bascula para baixo, acima apenas uma área envidraçada fixa.

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Nas três portas do carro as janelas são com abertura convencional e as demais são corrediças de forma horizontal.

A base é a Pick-Up Chevrolet Brasil da série 3100, incluindo a frente e a cabine, daí para trás, uma ampla perua envidraçada.

O primeiro modelo da Amazonas foi lançada em 1959 com mecânica dos caminhões Chevrolet

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Em dezembro de 1962 recebia leve reestilização, passando a vir com quatro faróis redondos, mas a mecânica permanecia: motor de seis cilindros em linha, 261 pol3 (4,3 litros) e 142 cv a 4.000 rpm de potência bruta, o mesmo dos picapes. Com bom torque em baixos regimes – 31,7 m.kgf brutos a 2.000 rpm –, levava a pesada perua (1.850 kg) de 0 a 100 km/h em 21 s, com velocidade máxima de 138 km/h. As suspensões usavam eixos rígidos e molas semi-elíticas; diferencial bloqueante (“tração positiva”) era opcional e o câmbio tinha apenas três marchas.

No Salão do Automóvel de 1964, realizado em São Paulo, a Amazona cedia lugar a uma nova perua: a C-1416, logo em seguida batizada de “VERANEIO” baseada na pick-up lançado no mesmo evento.

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Em 1988 um novo carro, derivado das pick-Ups da série D20

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Em 1990 era lançada a “BONANZA” uma versão de duas portas mais curta e entre eixos menor, apenas 2,59 metros.

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Uma tentativa de sucessão foi feita em 1998 com a “GRAND BLAZER” derivada do picape Silverado feita na Argentina. Mas a desvalorização do real no ano seguinte elevou seu preço e já não havia demanda no mercado para um veículo tão grande e pesado.

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