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Gasolina na Veia

data

17 de novembro de 2017

“Jeep” ou “Jipe”

O termo jipe virou sinônimo de automóveis destinados ao uso fora de estrada, ou off road, normalmente com tração nas quatro rodas. A palavra Jipe é um aportuguesamento do termo em inglês jeep, derivado da pronúncia em inglês da sigla GP, que significa general purpose ou “uso geral”, embora essa não seja a origem da marca Jeep

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Bantan BRC

 

O primeiro protótipo foi o Bantan BRC cuja traseira é semelhante às traseiras do Jeep Willys mas a frente é arredondada, bem de acordo com o design típico do final dos anos 30

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Jeep Ford GP

Dizem que o primeiro Jeep foi o Willys MB ou simplesmente “42”, mas isso é um erro, antes dele, outros modelos de Jeep foram enviados para as frentes de combate, como o Willys Quad , o Bantan BRC, o Willys MA e o Ford GP

O Jeep surgiu como veículo de guerra americano no final dos anos 1930, era leve, com capacidade de superar terrenos difíceis e capacidade para levar alguns homens e armamentos

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Willys Jeep 1943

Ao final da segunda guerra mundial, a Willys requisitou o registro do nome “Jeep”

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Segundo informações da Chrysler do Brasil, o nome “Jeep” deve-se ao personagem de histórias em quadrinhos chamado “Eugene the Jeep” (ou simplesmente Jeep). Foi criado em março de 1936 pelo cartunista E.C.Segar para fazer companhia ao Popeye.  Ele era do tamanho de um cachorro nativo da África e resolvia todos os problemas do Popeye e da Olivia Palito, sua característica era sempre falar a verdade

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DKW Candango

No Brasil, a  Vemag tentou lançar esse veículo denominando-o como Jeep DKW Vemag, mas a Willys detinha os direitos sobre a denominação Jeep e daí surgiu o nome “CANDANGO” produzido entre 1958 e 1963, em homenagem aos operários que trabalharam na construção de Brasilia

No Brasil, o Jeep foi lançado no final dos anos 1950 e foi produzido até o início dos 1980, inicialmente pela Willys Overland do Brasil e depois pela Ford que adquiriu a Willys.

Fonte de consulta: Wikipédia e sites relacionados

Ford Galaxie 500, LTD e Landau

O Ford Galaxie foi fabricado pela Ford no Brasil de 16 de fevereiro de 1967 a 2 de abril de 1983, totalizando 77.850 uni­­dades produzidas. Trata-se de um modelo sedã luxuoso, contando inclusive com ar condicionado e direção hidráulica já no fim da década de 1960, itens considerados opcionais até hoje em muitos carros.

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Em 1969, foi lançada a versão LTD do Galaxie, mais luxuosa, com acabamento do painel e das portas melhorado, teto em vinil, ar condicionado e câmbio automático opcional (hidramático, como chamado na época).  O LTD foi o primeiro carro brasileiro a ter câmbio automático, e ,o segundo a ter ar condicionado. Foi responsável por popularizar esses itens no país. A versão era equipada com um novo motor 292 V8.

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Em 1970 surgiu o Galaxie Standard, ou somente Galaxie. Era uma versão de entrada do luxuoso sedã. Não possuía direção hidráulica, relógio e rádio. Também vinha sem a maioria dos frisos,  calotas pequenas e pneus comuns sem faixa branca.

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O Landau, apresentado na linha 71, oferecia  além do teto de vinil, vigia traseiro menor, aplicações em jacarandá no painel e nas portas, forrações finas no interior e um adorno em formato de “S”, que caracterizava o modelo.

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Em 1973, ganhou novo capô, nova grade, teve a traseira redesenhada (e mais uma vez ganhou novas lanternas), novas calotas, frisos redesenhados e uma maior diversidade de cores. Em 1974 e 1975 não houve maiores mudanças.

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Para a linha 1976, o Galaxie passou por grandes mudanças estéticas. Os faróis passaram a ser dispostos horizontalmente, assim como as lanternas traseiras, estas divididas em 3 segmentos em cada lado, mantendo a característica dos piscas traseiros sempre funcionando nas luzes de freio. As lanternas dianteiras passaram a ser maiores, mais envolventes e em posição vertical.

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Em 1978 toda a linha recebia novo volante de 4 raios, além de novo padrão de estofamento, e de nova cor cinza exclusiva para o Landau. Também recebeu pneus radiais e suspensão recalibrada.

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Para 1980 só eram disponíveis os modelos LTD e Landau. Por causa da crise do petróleo, foi lançada a versão com motor 302 movido a álcool com enorme tanque de 107 litros.

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Em 1981 as luzes de marcha a ré voltam a ser integradas às lanternas traseiras, desta vez ocupando o lugar aonde até 1980. Acendia o terceiro par da meia-luz traseira. Foram adotados também suspensão recalibrada e novas pinças de freio.

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Em 2 de abril de  1983 o Galaxie saiu de linha totalizando 77.850 unidades produzidas em seus 16 anos de luxo. Mesmo assim o carro recebeu a primeira calota presa com parafusos (rosqueadas). Neste último ano somente 125 unidades foram produzidas. Nesta época, com o agravamento da crise do petróleo, diminuiu a procura pelos sedãs grandes, o que levou a Ford a encerrar a produção deste que foi o mais luxuoso automóvel produzido no Brasil.

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