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Gasolina na Veia

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Memórias Sobre Rodas “DKW VEMAGUET”, “BELCAR” e “FISSORE”

A Vemaguet é um automóvel brasileiro produzido pela “Vemag”, sob licença da fábrica alemã DKW, entre 1958 e 1967, juntamente com o “Grande DKW Vemag”

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Belcar 1961

O “Grande DKW Belcar recebeu a denominação de Belcar,  apenas em 1961.

Teve dois derivados populares, a Caiçara produzida entre  1963 e 1965 e a Pracinha, produzida em 1965 e 1966.

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DKW 1963

Até 1963 as portas dianteiras abriam ao contrário, da frente para trás, no sentido do conforto, conquistando o apelido de portas “suicidas” (conforme os americanos se referem a este tipo de abertura) ou portas “deixa ver” ou “DêChaVê” (como ficou comum no Brasil).  Esta última denominação refere-se obviamente ao uso dessas portas por mulheres vestindo saias.

d-mSeu motor de três cilindros em linha e dois tempos (precisa misturar óleo a gasolina), com volume de 1 litro, é dianteiro, assim como a tração. Uma bobina por cilindro, refrigeração liquida, partida elétrica. Motor que ao invés de usar buchas, casquilhos ou bronzinas em suas partes móveis, usa rolamentos, proporcionando assim uma durabilidade acima do comum para os carros da época.

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DKW FISSORE

Em 1964 é lançado no mercado o DKW Fissore. Neste ano a Vemag contava com 4.013 funcionários e uma área de pouco mais de 87.000 m². Seus veículos já contavam com praticamente 100% de nacionalização.

d-65 Em 1964 a Vemaguet têm suas portas alteradas, elas passam a abrir do modo convencional e não mais ao contrário.

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DKW Série Rio 1965

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Em 1965 é lançada a série Rio, em homenagem aos quatrocentos anos de fundação da cidade do Rio de Janeiro, que, trazia bancos em dois tons de cores, bancos dianteiros com três posições de encosto e limpador de para-brisas com maior área de ação.

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A Vemag havia passado quase dez anos sem introduzir modificações de maior vulto em sua linha. Para que o carro  continuasse a  competir no mercado, em setembro de 1967 a parte dianteira recebeu nova grade em motivos horizontais, que ocupava toda a frente do carro, inclusive os pára-lamas e os quatro faróis. Na traseira colocavam-se novas lanternas horizontais que davam uma impressão de rebaixamento do veículo. O sistema elétrico passou de 6 para 12 volts e foi equipado com alternador em lugar do dínamo. O diferencial voltou a ser mais “longo”, passando a 4,7 k de redução, e possibilitou aumentar um pouco as velocidades máximas sem alterar a aceleração. Mas, em dezembro do mesmo ano, devido a aquisição do Grupo Union pela Volkswagen, encerrou-se a produção do DKW.

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2º Grande Encontro dos Carros Antigos do Sul de Minas

Realizado no restaurante “Venda do Chico” às margens da Rodovia Fernão Dias no município de Três Corações, em 21 de maio de 2017

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ATÉ SÃO PEDRO ADMIRA OS CARROS ANTIGOS

A previsão do tempo mostrava chuva durante todo o dia do evento, e o que aconteceu? Nem uma gota caiu do céu

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Idealizado pelo Site”Gasolinanaveia.com.br”, pelos diretores do restaurante “Venda do Chico” e “AMA-Associação Mineira de Antigomobilismo”  o “Grande Encontro dos Carros Antigos do Sul de Minas” em sua segunda edição mostrou a força do antigomobilismo na região, com representantes de praticamente todas as cidades do sul de minas e integrantes de diversos clubes

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Compareceram ao evento mais de 250 carros antigos e um público estimado em 1200 pessoas

Marcus Vinicius,  diretor do “gasolinanaveia.com.br” acompanhado de sua esposa Maria Bernadete,  Matheus, Chico e sua sua esposa Ana Claudia, proprietários da Venda do Chico fizeram um breve pronunciamento dando as boas vindas e agradecendo a presença de todos

Grande variedade de marcas e modelos

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Muito interessante este fusca, seu reboque customizado e a Lambreta

Um dos maiores encontros de carros antigos do interior de Minas Gerais

O mercado de pulgas presente no evento, com venda de miniaturas, peças, quadros vintage e antiguidades

Presença de diversos carros placas preta

Prestigiando o evento o Clube do Fiat 500

Presença de diversos colecionadores 

E não pára de chegar carro…… 

Agradecemos a presença dos amigos das duas rodas

Em meio a tantos carros antigos a Toyota compareceu com alguns de seus novos modelos para divulgação

Fotos e Texto: Marcus Vinicius

MEMÓRIAS SOBRE RODAS “Simca Chambord, Jangada, Esplanada”

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Simca Chambord foi o nome de um automóvel produzido pela Simca francesa entre 1958 e 1961, desenvolvido a partir do Simca Versailles Tal como este, imitava os automóveis americanos da época. Foi o primeiro automóvel de luxo a ser construído no Brasil sob licença, desde 1959 até 1967.

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O Chambord também marcou uma época por ser o veículo usado pelo ator Carlos Miranda, protagonista da popular série de TV, “O Vigilante Rodoviário”.

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Apesar de sua boa aparência, a primeira versão do Chambord tinha o desempenho comprometido pelo motor Aquilon, um V8 fraco de válvulas no bloco, herança da Ford francesa. Em 1964 recebe o motor Tufão de 100hp.s9Em meados de 1962 a Simca lançou uma versão esportiva do Chambord, denominada Rally. Equipava o carro o mesmo V-8 dos demais modelos Simca, mas com uma cilindrada aumentada para 2.432cm3 (a potência elevou-se para 100CV a 4800rpm). Embora apresentasse um interior mais esportivo, externamente o carro sofrera apenas o acréscimo de duas entradas de ar no capô (para melhor ventilação) e alguns detalhes cromados.

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Acompanhando a tendência das fábricas brasileiras, a Simca lançou, ainda em 1961, o Alvorada, modelo idêntico ao Chambord, mas despido de luxo e da maioria dos cromados. Pretendia-se, com esse modelo, oferecer ao consumidor um carro de preço mais acessível e, assim, conquistar uma nova faixa de mercado. A experiência, porém, não apresentou resultados satisfatórios (como, aliás, ocorreu com tentativas semelhantes realizadas por outras fábricas), e o modelo não permaneceu em linha durante muito tempo.

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O Simca Présidence foi a versão luxuosa do Simca Chambord. Tinha calotas raiadas, pneu estepe atrás do porta malas,  cores exclusivas e bancos de couro. Recebeu em 1965 o motor V8 do Tufão, e no final de 1966,o motor V8 Emi-Sul de 140 hp.

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O Simca Chambord Jangada foi a primeira perua de grande porte fabricada no Brasil, a partir de 1962. Era uma versão “tropicalizada” do Simca Vedette Marly Francesa (ou seja, teve a estrutura supostamente reforçada para suportar as condições adversas das estradas brasileiras). Podia acomodar confortavelmente seis adultos e duas crianças (em bancos escamoteáveis).

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Ficou oficialmente conhecido como TESTE PARACATU-BRASÍLIA, pois foi feito na rodovia que ligava a cidade de Paracatu à capital Brasília. Durante 44 dias e 44 noites a partir da 0 hora do dia 1º de outubro de 1964, o Simca, escolhido ao acaso na linha de produção, rodou 120.048 Km, média de velocidade de 113,118 km/h, com paradas apenas para reabastecimento, troca de óleo, troca de pilotos, troca de pneus e manutenção preventiva, com a rodovia aberta ao tráfego normal de veículos.
Os pilotos que participaram do teste foram :
George Perott (Chefe da equipe), Alberto Savioli, Carlos Calza, Edson Elston, Gunther Heilig, Jaime Silva, José F. L. Martins (Tôco), José Gorga Neto. Luciano Onken, Manuel de Oliveira, Ubaldo Lolli e Walter Hahn Junior.

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Simca Esplanada, apresentado No Salão do Automóvel realizado em São Paulo em novembro de 1966, chamou a atenção do público e dos especialistas, um sedã de luxo, 4 portas, equipado com as partes mecânicas do Simca Rally EmiSul. Sua carroceria fora desenhada no Brasil e o carro representava, na verdade, a última tentativa de afirmação da Simca do Brasil. Tanto que, dias depois, no mesmo mês de novembro, a Chrysler internacional assumia o controle acionário daquela empresa, dentro de seu esquema de progressiva absorção de todo o acervo da Simca internacional.

Toyota Corolla – 50 anos

Um jovem senhor

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O Corolla é um modelo compacto da Toyota oferecido em versões sedan, hatchback e perua, é o carro mais vendido no mundo, com produção nos cinco continentes e vendas totais superiores a 44 milhões de automóveis desde seu lançamento em 1966.

Seu nome provém do Latim e o significado é “Coroa de Flores”, que por sua vez significam felicidade e triunfo.

Em 1997 o Toyota Corolla superou o Volkswagen Fusca como o modelo mais popular do planeta.

Ao adotar o nome “Corolla” a Toyota manteve uma tradição da época em que muitos dos nomes dos seus carros começavam por “C” – Crown, Corona, Carina, Century, Celica, Camry etc.

1992 – Começavam as vendas no Brasil mediante importação com motor 1.8

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1992

1998 – Início da produção brasileira em Indaiatuba no estado de São Paulo

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1998

2002 – Nova geração chegava ao Brasil com motores 1,6 e 1,8 mais modernos, seguindo o estilo do norte-americano

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2002

2004 – Versão esportiva XRS nos EUA com motor 1,8 de 170 cv, caixa manual de seis marchas e controle eletrônico de estabilidade. No Brasil aparecia a perua Fielder

2008 – Novo modelo do Corolla para o mercado brasileiro e finalizava a venda da Fielder.  Líder do segmento entre 2002 e 2006, o Corolla perdeu essa colocação para o novo Honda Civic, lançado em 2006, e em Abril de 2008 a Toyota reagiu com a nova geração do Corolla

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Corolla 2008

Em 2009, a Toyota lançou uma nova versão intermediária, a GLi e o Corolla foi o grande campeão da pesquisa “Os Eleitos”, feita pela revista Quatro Rodas

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Corolla GLi 2009

Lançada em 2012 nos Estados Unidos e em 2013 na Europa , a 11ª geração do Corolla chegou ao Brasil em 2014. Ao contrário das gerações anteriores, onde o padrão EUA foi seguido, a 11ª geração, no Brasil, segue o padrão europeu, diferente do modelo americano

 

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Corolla 2014 – Modelo produzido nos Estados Unidos
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Corolla 2015 – Modelo produzido no Brasil e Europa

2017 – lançado já como modelo 2018 ,nova frente, novo painel, agora com controle de tração e estabilidade e o resgate da versão esportiva XRS

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Corolla XRS 2018

 

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