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Gasolina na Veia

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Daqui não saio, daqui ninguém me tira.

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Brasilia 1978, sempre na mesma garagem desde zero quilômetro.

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garantia de autenticidade pelo comprovante de revisão aos 1.000 km.

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Quem conduziu a Brasilia de 1978 até 1988 foi o Jurandir Nascimento (ano de sua morte),  a partir daí a D.Joana D’Arc, proprietária do carro, assumiu a direção.

Sempre muito bem cuidada, manutenção  em dia, e seus 140.000 km rodados é o brinquedinho da família.

Ainda conserva a pintura original, e acessórios de época, como: para-barros, calotas cromadas e protetores de pára-choques.

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Muito legal passear no carro. Na foto Jaderson Gomes (sobrinho da D.Joana D’Arc) e Mércia Nascimento (filha da D. Joana D´Arc)

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Hoje quem cuida e dirige a Brasília é a Joana (filha), que,  com certeza, não vai deixar que ela saia, e ninguém a tire da garagem.

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Para encerrar, a Brasilia leva o selo de originalidade do

“Gasolina na Veia”

A mais bela “Kombi” do Brasil

Este é um dos mais belos trabalhos de restauração de uma “VW Kombi” já feito no Brasil

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A Kombi ano 1965, foi alargada em 20 centímetros, suspensão regulável e rodas aro 20 polegadas

Veja vídeo abaixo:

Fonte de consulta: Youtube e Canal D2M

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ROMO MOTOR FESTIVAL

Nos dias 9 e 10 de setembro de 2017 a ampla praia de areia de Rømø em Lakolk na Dinamarca foi transformada em um cenário emocionante para um show em que os carros antigos de alto padrão roubaram os olhares de milhares de pessoas

Rømø Motor Festival 2016

Em sua segunda edição, o “Romo Motor Festival” reuniu centenas de automóveis e motos clássicas para uma descontraída disputa de velocidade, já entrando para o calendário dos grandes eventos na Europa

Durante muito tempo foi um sonho reviver a história das corridas de automóveis vintage dinamarquesas e em particular, corridas de praia. Nos anos 1919-1924, a ilha de Fanø deu casa a alguns dos mais lendários pilotos. A Europa teve que se sacrificar. Fabricantes como Mercedes, Citröen, Fiat, Opel e muitos mais estavam representados. Infelizmente as corridas na praia de Fanø chegaram ao fim, com a trágica morte de um menino de 15 anos por um pneu perdido da roda do carro de Malcolm Campbell

Vejam os vídeos:

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Fonte de consulta:  sites relacionados, facebook e Youtube

Fotos:  Brigitte Berghaus

Quem tem Ford tem Sorte!

O slogan já foi visto por muitas vezes em adesivos ostentados por
felizardos proprietários em suas carangas, principalmente nos antiguinhos…

Na década de 70, a Rede Sonnervig havia apelidado o Corcel de “Papa
Fusca”. Os mais apaixonados pela marca diziam que era pela qualidade do
modelo. Os mais racionais, esclareciam que se tratava de uma campanha da
concessionária em pagar bem pelo Fusca na troca por um Corcel.

Mas a finalidade deste texto não é travar qualquer competição entre
marcas e modelos, até porque, a paixão que nos une é a “gasolina na veia e a
ferrugem na pele”, independentemente da marca do amigão de quatro rodas, até
porque a gente gosta daquilo que a gente tem, e deve realmente ser assim. Isso
seria uma discussão infinita e, na verdade, muito inútil.

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O relato é sobre uma verdadeira “expedição” feita por um casal de
antigomobilistas mineiros que, incentivados pelos amigos do Rota dos Antigos
de Pouso Alegre, tiveram a felicidade de percorrer mais de quatro mil
quilômetros a bordo de um Ford Landau 1976 sem qualquer intercorrência.

Contaram ainda com a companhia de um amante das motocas.
Irmão/cunhado do casal enferrujado, bravamente acompanhou o Fordão montado
em sua Yamaha Drag Star 650 ano 2007 levando na garupa o filho de 16 anos,
contaminado mirim pela gasolina.

Pelo caminho, foram marcando as paradas com os adesivos do Rota dos
Antigos de Pouso Alegre e do Motogrupo Engrenados.

Foram 10 dias de viagem, com início em Pouso Alegre/MG e destino a
Gramado/RS. Mas como mineiro é bicho curioso, não seria nem próximo de
suficiente simplesmente rasgar as famosas BRs 116 e 101 até o destino. Tinha
que ter desvios para matar a curiosidade acerca de alguns comentados pontos
turísticos que estavam próximos da rota principal. 

Nessa toada, ao cruzarem São Paulo, optaram por descer a maravilhosa Rodovia Anchieta e seguirem pelo litoral paulista (SP 055/ BR 101) até Miracatu/SP, onde “desaguaram” na BR 116.

“Desaguaram” é realmente a expressão correta, porque referido trecho de aproximadamente 170km foi percorrido sob intensa chuva, o que não foi nenhum problema para o Velho Fordão, cujo aparelho de ar condicionado ajudou a manter os vidros desembaçados.

Pois bem. Como não poderiam deixar de levar o Galaxie para surrar a famosa Serra do Rio do Rastro em Santa Catarina, foi decidido um pernoite em Joinville/SC para que, então, a tal ladeira fosse vencida durante o dia.

Subida e descida não foram nenhum problema para o velho motor 302 que bravamente venceu aquela estrada íngreme cuspindo fúria pelo escapamento e se despedindo pelo retrovisor de alguns “irmãozinhos” mais novos.

Os detalhes da turística Gramado/RS não precisam ser comentados, até porque não se trata de uma matéria sobre turismo, mas sim sobre a valentia de um “Fordão Véio”.

No retorno, decidiu-se por mais um desvio com pernoite na simpática Morretes/PR para experimentar o Galaxão na Serra da Graciosa (PR 410). A descida foi percorrida durante a noite mesmo (os quatro faróis pareciam um sol) e a subida se deu logo pela manhã.

O trecho do litoral paulista que não pode ser apreciado na ida devido à chuva forte, foi vingado na volta. A BR 116 foi abandonada em Miracatu/SP, quando ganharam novamente a BR 101 e SP 055.

Mas subir a Rodovia Anchieta e encerrar a “expedição” seria tremendo desperdício em um dia ensolarado. Por isso, a mudança de planos quanto ao trajeto, com a decisão de seguir pelo litoral paulista até a histórica Paraty/RJ.

A reforma do trajeto além de permitir apreciar o litoral paulista, daria oportunidade de lançar o Fordão no famoso calçamento de “pé-de-moleque” em Paraty, submetendo a suspensão e pivôs a teste severo, além de obriga-lo a enfrentar ainda a temida serra Paraty-Cunha (cuja pavimentação em bloquetes de cimento já está concluída e ficou linda).

Por fim, pequeno desvio até a Basílica de Nossa Senhora Aparecida, para agradecimento pela benção de uma viagem tão tranquila.

Ao todo, foram mais de quatro mil quilômetros percorridos sem que sequer baixasse o nível de água do radiador ou do óleo do cárter. Mas o tanque de gasolina, este era difícil de manter no nível, mas nada que impedisse de dizer: valeu muito!

O Fordão é realmente valente! Mas os aventureiros não podem deixar de agradecer aos mecânicos Daniel e Dariel (pai e filho) que deixaram a máquina supimpa para enfrentar essa batalha.

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 Quilometragem inicial

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 Quilometragem final, pouco mais de quatro mil quilômetros percorridos

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 Chuvarada no litoral paulista. Pobre motoqueiro tomou chuva até Curitiba, mas jamais pensou em desistir da empreitada.

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Famosa ponte estaiada de Laguna/SC. Aqui a ansiedade começava a aumentar, pois o acesso à Serra do Rio do Rastro já estava a pouco mais de 100 km adiante.

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Enfim, o pátio do Mirante da Serra do Rio do Rastro.

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Não é exagero. A Serra do Rio do Rastro é realmente linda.

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 Paredão na Serra do Rio do Rastro

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 Espiando um pouco antes de entrar em Gramado. Mineiro é desconfiado.

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Congelou o vinil original de 41 anos de idade. Não se deve fazer isso com um sênior!

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Se pudesse, traria a barca para dentro de casa.

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Parada para contemplar o mar em São Francisco do Sul/SC

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Maravilhosa Serra da Graciosa – PR

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Esse camarada se meteu em cada lugar. Quem disse que carro antigo não pode andar em estrada de terra?

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Serra da Graciosa – PR – Motoca sempre a frente, para evitar ser deixada para traz pelo furioso Ford 302!!

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Portal da Serra da Graciosa

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Valentes da motoca. Haja coluna para resistir!!

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Pela janela da barca: Os barcos na marina em Ilha Bela/SP

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Não tem medo da maresia não. Se meteu na areia da Praia da Boraceia em Bertioga

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Paraty/RJ – Isso seria um “mini pão de açúcar”?

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Parece que não vai caber nas estreitas vielas de Paraty

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Pintura preto bali é bonita. Mas difícil de manter. Ainda mais depois de tantos quilômetros percorridos em 10 dias.

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Última parada antes de voltar para casa. Agradecer pela bênção de uma viagem absolutamente tranquila.

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Olhar pelo retrovisor nessa hora foi angustiante. A última parada ficava para trás. Daí, mais 160 quilômetros direto para casa. É como se fosse a última música do show.

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De volta ao lar. Motociclista e antigomobilista transpirando gasolina felizes da vida com uma experiência indescritível.

Se você tem uma história parecida com esta, mande pra gente em  ferrugemnapele@gmail.com  que divulgaremos aqui.

 

 

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Chevrolet Fleetline  1951

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O carro já está pintado na cor prata, para-choques, frisos e grade cromada, 4 pneus novos e rodas em liga-leve

Carburador revisado, motor 6 cc do Opala, câmbio de 4 marchas no assoalho, direção hidráulica e freios a disco

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Faltando um lado do para-brisa dianteiro e tapeçaria

Valor R$ 49.900,00

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Contato: ferrugemnapele@gmail.com

 

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