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Gasolina na Veia

venda do chico 2018

Programa Auto Show

O Programa Auto Show é uma iniciativa da TV Libertas de Pouso Alegre-MG, com a participação do “Gasolina na Veia”.

Idealizado para levar aos telespectadores o mundo do automóvel

Assistam o programa número 1

Produtora responsável : Perspectiva

Editora chefe : Luana Codignole

Apresentador : André Massaro

Editor de vídeo : Iago Aramuri e Luana Codignole

Conteúdo de carros antigos : Marcus Vinicius (gasolinanaveia.com.br)

Roteirista : Luana Codignole

Cinegrafista : Iago Aramuri

Marcus Vinicius veste SKETCH 

Realização : TV LIBERTAS

 

 

 

 

Volkswagen SP2

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A série SP foi uma série de carros esporte desenvolvidos pela Volkswagen do Brasil para o mercado interno, de 1972 a 1976. O nome supostamente é uma abreviatura para São Paulo, outras fontes atribuem a sigla à Special Project ou Sport Prototype.

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Nos anos 70 o mercado brasileiro estava fechado a importações. Os únicos carros esporte oficialmente feitos para o Brasil eram o Karmann Ghia e seu sucessor, Karmann Ghia TC.

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O SP, nome final do carro, foi construído na plataforma da Variant, oferecido com o mesmo motor boxer de 1600cc, versão chamada de SP1, ou com um motor 1700cc, chamado de SP2. Este último desenvolvia 75cv, 160 km/h e fazia 10 km com um litro de gasolina e foi a versão que prevaleceu no mercado.

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O SP1 logo apos o seu lançamento saiu de linha, com baixo desempenho, apenas 65 cv em um motor 1600 ele não agradou. Esse problema viria assombrar o SP2 também. Na verdade, uma piada maldosa da época dizia que a sigla “SP” significava “Sem Potência“. Logo ficou claro que o carro, apesar de seu notável design, não conseguiria derrotar o Puma na performance. Embora eles usassem um motor similar, o Puma era feito em fibra de vidro, muito muito mais leve do que o aço empregado no SP2.

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Com um total de 10.207 unidades fabricadas, 670 deles exportados para a Europa, o carro saiu de linha em 1976, atualmente é valorizado como item de colecionador.

PUMA

A Puma foi uma fabricante brasileira de automóveis esportivos e caminhões de pequeno porte. Atuou entre 1967 e o início dos anos 1990.

 

O Puma GT DKW originou-se do GT Malzini, um automóvel esportivo brasileiro projetado por Rino Malzoni e produzido entre 1964 e 1966. Idealizado inicialmente apenas para competições, utilizando chassis e mecânica DKW (representada no Brasil pela Vemag) e carroceria em fiberglass, foi produzido inicialmente em duas versões: uma espartana, para as pistas de corrida, e outra, de passeio, que posteriormente daria origem ao Puma GT (conhecido também como Puma DKW) e à marca Puma

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Puma GT, lançado em 1968 já com a plataforma Karmann Ghia 1500 que substituiu a plataforma DKW, cuja fabricação foi interrompida após a aquisição da DKW pela Volkswagen

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Puma GTE (Grã-Turismo Europa) surge em 1970, utilizando o motor de 1,6 litros em substituição ao Puma GT
p5 Puma GTE Spider conversível, lançado em 1971
Em 1973 é lançada uma nova carroceria, apesar de muito similar, era mais aprimorada nos detalhes. O conversível passou a se chamar Puma GTS

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Puma GTB,  lançado  em 1974  com a  plataforma  do  Chevrolet  Opala e motor  4100  cc  de 6 cilindros

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Em 1976 houve nova mudança de plataforma dos modelos GTE e GTS, passando a ser utilizada a do veículo Volkswagen Brasília
  A partir de 1980 os pumas foram rebatizados, o modelo GTE passa a ser denominado GTI e o modelo GTS como GTC
  Puma P-018 apresentado no Salão do Automóvel de 1981, vinha com ar-condicionado e vidros elétricos, o motor era o velho 1.6 VW refrigerado a ar, com cilindrada elevada para 1,7 litros, comando de válvulas esportivo Puma P2, dupla carburação Solex 40 e câmbio de relações longas do VW SP2. Assolada pela recessão dos anos 80, a Puma produziu só 25 P-018 de 1981 a 1983

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Puma GTB S2 (série 2), apresentado no salão do automóvel de 1978, o novo modelo apresentava linhas mais limpas com frente mais baixa, utilizando o mesmo motor Chevrolet 6 Cilindros em linha de 4.100 cc, o consagrado “250-S”

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Puma GTB S2 “Daytona”. Uma das Oficinas Autorizadas PUMA, denominada Fibrão, criou um Kit de personalização, para o PUMA GTB/S2, denominado Daytona. Este Kit era composto por para-choques maiores, mais largos, saia dianteira e lanternas dianteiras, sendo colocados os faróis da linha Gol e os piscas, saia lateral, aerofólio, maçanetas redondas do PUMA P-018. Na traseira, a placa foi deslocada para entre as lanternas, lanternas do VW Santana ou do Chevrolet Opala

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Puma AMV 4.1, foi a terceira e última geração do Puma GTB, tratando-se de uma reestilização do “S2” , alterando-se a frente e a traseira. No interior, os novos bancos Recaro em couro e novo painel de instrumentos

A VOLTA DO MITO

Puma GT Lumimari.  Com lançamento previsto para dezembro de 2017, o novo Puma vem  equipado com motor 2.4, de 180 cv preparado pela própria Puma, instalado na posição traseira-central, carroceria feita de fibra de vidro e carbono, chassi  tubular feito em aço, transmissão manual de seis marchas, freios a disco nas 4 rodas, pneus Pirelli Trofeo 225/40, rodas aro 17 na dianteira, e 244/45 na traseira. As primeiras informações são de uma série limitada e  preço de R$ 150.000,00

 

Chevrolet Amazonas

O “Chevrolet Amazonas” foi o primeiro utilitário de uso misto no Brasil 

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O carrão tem capacidade para nove ocupantes, incluindo o motorista em três fileiras de bancos. Para o compartimento de trás o acesso era por uma unica porta lateral.

O acesso ao compartimento de bagagem é feito por uma tampa traseira que bascula para baixo, acima apenas uma área envidraçada fixa.

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Nas três portas do carro as janelas são com abertura convencional e as demais são corrediças de forma horizontal.

A base é a Pick-Up Chevrolet Brasil da série 3100, incluindo a frente e a cabine, daí para trás, uma ampla perua envidraçada.

O primeiro modelo da Amazonas foi lançada em 1959 com mecânica dos caminhões Chevrolet

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Em dezembro de 1962 recebia leve reestilização, passando a vir com quatro faróis redondos, mas a mecânica permanecia: motor de seis cilindros em linha, 261 pol3 (4,3 litros) e 142 cv a 4.000 rpm de potência bruta, o mesmo dos picapes. Com bom torque em baixos regimes – 31,7 m.kgf brutos a 2.000 rpm –, levava a pesada perua (1.850 kg) de 0 a 100 km/h em 21 s, com velocidade máxima de 138 km/h. As suspensões usavam eixos rígidos e molas semi-elíticas; diferencial bloqueante (“tração positiva”) era opcional e o câmbio tinha apenas três marchas.

No Salão do Automóvel de 1964, realizado em São Paulo, a Amazona cedia lugar a uma nova perua: a C-1416, logo em seguida batizada de “VERANEIO” baseada na pick-up lançado no mesmo evento.

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Em 1988 um novo carro, derivado das pick-Ups da série D20

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Em 1990 era lançada a “BONANZA” uma versão de duas portas mais curta e entre eixos menor, apenas 2,59 metros.

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Uma tentativa de sucessão foi feita em 1998 com a “GRAND BLAZER” derivada do picape Silverado feita na Argentina. Mas a desvalorização do real no ano seguinte elevou seu preço e já não havia demanda no mercado para um veículo tão grande e pesado.

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PEBBLE BEACH CONCOURS D’ELEGANCE 2017

Mostra dos carros mais exóticos, raros e caros do planeta

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Se você quiser conhecer os carros mais exóticos, raros e os mais caros do mundo, você precisa ir para a Península de Monterey, na Califórnia, durante o  “Pebble Beach Concours d’Elegance”

O Concurso deste ano aconteceu no dia 20 de agosto e contou com 204 dos carros de maior calibre que já foram feitos. O mundo do carro internacional desce na região. Quinze países e 31 estados entram no show de automóveis realizado no campo de golfe Pebble Beach.

 

Para ter o privilégio de passear pelos verdes do curso, estima-se que 15.000 pessoas pagaram US$ 350 cada.

Uma pequena mostra do que de mais raro apareceu em “Bebble Beach”.

O grande vencedor do 67º “Pebble Beach Concours d’Elegance” foi o  

Mercedes-Benz S Barker Tourer 1929

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Gente muito importante sempre aparece por aqui

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Para ter uma ideia do calibre dos carros mostrados na cidade, a Ferrari escolheu o show para realizar um concurso próprio.

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Thomas Shaughnessy de Oceanside trouxe sua Ferrari Ghia de 1958; ao preparar seu veículo, Shaughnessy desenrolou US$ 25 mil em ferramentas.  parecem chaves comuns e martelos, mas quando você está restaurando um carro clássico, tem que ser a ferramenta certa para o carro certo.

Se você tem vontade de conhecer os mais belos carros do planeta, vai juntando uma graninha, pois, o próximo evento já está marcado para o dia 26 de agosto de 2018

 

OLD STOCK RACE

Os “Opalas” voltam às pistas

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A “Old Stock Race”  resgata o início das competições de velocidade no Brasil. Criada em 1979, a “Stock Car”, iniciou como monomarca, tendo o apoio da Chevrolet. Nesta época os Opalas dominavam as pistas. A primeira prova ocorreu em 22 de abril de 1979, no Autódromo de Tarumã, no Rio Grande do Sul. A criação da categoria foi a melhor resposta a um antigo anseio dos apaixonados por carros de corrida, ou seja, uma categoria de Turismo que unisse desempenho e sofisticação.

A categoria recria a emoção das antigas corridas de automóveis, onde a tecnologia nem passava perto, e consagrou diversos pilotos, pela audácia e paixão pelas competições como: Paulo Gomes, Ingo Hoffman, Chico Serra, Zeca Giaffone, Raul Boesel e muitos outros.

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Apesar do apelo retrô, a categoria vem evoluindo; recentemente, os pneus da marca Pirelli foram substituídos pelos pneus da marca Michelin, que comprovadamente mostram mais economia e segurança para os pilotos.

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Atualmente, a competição conta com 25 carros no grid de largada, e mais 15 carros que estão sendo preparados para ingressarem na categoria.

Estuda-se a possibilidade de  criar a categoria “Ligth”, para pilotos iniciantes, com a mesma motorização seis cilindros, mas com menor potência.

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Segue o calendário da “Old Stock Race” 2017

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A Old Stock Race vem conquistando um público maior a cada etapa, além dos apaixonados fãs dos opalas, que lotam as arquibancadas e trazem, em sua maioria,  seus belos exemplares  para abrilhantar o evento.

A nós resta aplaudir, apoiar e incentivar, para que a categoria cresça e mantenha estes belos carros nas pistas.

Programação da última prova da temporada 2017

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MERCEDES-MAYBACH VISION 6 CABRIOLET

LUXO ELÉTRICO PARA O FUTURO

A Mercedes-Benz voltou a surpreender na Califórnia, ao apresentar durante o reputado Concours d’Elegance de Pebble Beach, uma variante do modelo revelado na edição de 2016, o novo Mercedes-Maybach Vision 6 Cabriolet.

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Com 750 cavalos, quase seis metros e lugar para dois ocupantes, o descapotável tem um motor eléctrico, autonomia para 500 km e consegue chegar aos 100km/h em menos de 4 segundos.

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A velocidade máxima é de 250 km/h e, com um carregador especial que a Mercedes desenvolveu, consegue recuperar 100 km de autonomia em apenas 5 minutos ligado à tomada.

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 Agora a má notícia:  Infelizmente não existe qualquer previsão deste modelo vir a ser produzido.

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Assim mesmo curtam os vídeos:

 

Ford Thunderbird

Também chamado de T-Bird, foi lançado no Salão de Detroit em 1954

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 Já no seu lançamento o esportivo compacto foi um sucesso de vendas, principalmente por ser mais barato que o Corvette. Seu motor era um V8 de ferro fundido de 4,7 litros que gerava 193 cv. de potencia 

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Em 1956 o Thunderbird recebia algumas mudanças na carroceria, o estepe agora ficava atrás da tampa do porta-malas, na versão de teto rígido a coluna vinha com uma janelinha redonda, novo volante e painel acolchoado

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As mudanças no carro sempre foram muito rápidas, em 1957 ganhava vincos nas laterias traseiras chamados de rabo de peixe e novos pára choques 

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Em 1958 recebeu a primeira grande mudança, um gigante de 5,2 metros, era oferecido nas versões teto rígido e conversível

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O teto solar veio a partir de 1960

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Em 1961 mais uma grande mudança no Thunderbird , a grade mais reta, capô curvada para baixo e novo motor V8 de 6,3 litros com opções de 300, 375 e 401 cv de potência

1965, mais uma grande mudança no carrão, o capô mais longo, novas laterais da carroceria e freios dianteiros a disco em toda  linha, motor V8  de 6,3 litros com 300 cv, e 6,9 litros com 425 cv de potência  

A criatividade dos engenheiros da Ford não tinha limites, em 1967 um carro totalmente re-estilizado, novo modelo de quatro portas com as traseiras abrindo em sentido contrário às da frente, a grade cobrindo toda a frente e os faróis embutidos, a nova versão “Landau” oferecia teto de vinil e adornos na coluna traseira

1980 mais um novo modelo.  Aqui o carro já havia perdido a sua identidade, não sabia se era um esportivo ou um clássico, com as vendas em queda, tornou-se um carrão pesado e que consumia muita gasolina, não agradava mais

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Com a missão de retomar as vendas e o prestígio do Thunderbird, foi lançado em 1985 um novo carro, com dimensões menores e opções de motores de quatro, seis e oito e cilindros

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Em 1990 a carroceria é novamente remodelada e permanecendo até 1997, quando a sua produção foi interrompida 

Relançado em 2002, um novo e surpreendente carro, uma versão nostálgica denominada “Século XXI”.  O “Ford Thunderbird” foi um veículo polêmico que navegou por vários estilos durante a sua existência. Em 2005 encerrou definitivamente a sua produção, totalizando 4,2 milhões de unidades vendidas.

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