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Gasolina na Veia

“1º VINTAGE CAR” SÃO LOURENÇO-MG

Aconteceu na estância hidromineral de São Lourenço no sul do estado de Minas Gerais, no dia 09 de julho de 2017 o “Primeiro Vintage Car”. Organizado pelo Vintage Car do Brasil através da presidente Alaiz Deveza, o vice-presidente Expedito Renne, os diretores Barbara Deveza, Lucas Renne e os associados  Thomas Barcelar, Geovani Flore, Alex Machado. Foi uma parceria com a  Associação dos Moradores do Centro de São Lourenço, presidida por Dilson Salomão e a produção da Jabuticaba Produtora Cultural e seus proprietários Phillipe Deveza e Henrique Carmo.

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Compareceram mais de 150 carros antigos de diversas marcas e modelos vindos de várias cidades do sul de Minas e interior de São Paulo e também visitantes de diversas cidades de Minas, São Paulo e Rio de Janeiro.

Muito elogiado este “Chevrolet Roadster V8” ano 1938

Carros de alto nível de conservação

Um dos carros mais cultuados no Brasil é o Opala. Por aqui apareceram alguns exemplares, todos com  muita qualidade e bom gosto

Durante o evento várias personalidades e participantes foram homenageados com um diploma de amigo do antigomobilismo

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Vereador Ricardo Nogueira “Toddy” recebendo o diploma em nome de seu pai, o Ex-prefeito conhecido como “Nega Véia” das mãos de Walter Dutra Marques
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O Ex-combatente Cel. Leonel Junqueira de 102 anos recebendo o diploma como o mais velho antigomobilista das mãos de empresário e vice-presidente do Vintage Car  Expedito Renne
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O restaurador Emerson recebendo o Certificado de Destaque dos Caminhões Militares das mãos de Geovani Flore
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Lucas Pacheco recebendo a homenagem da Dra. Maria Bernadete, sendo o mais novo antigomobilista presente, fez muito sucesso com seu Mini-Herbie
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O empresário Ênio Mendes homenageando associados do Vintage Car, Pedro e Inês
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Henrique Poli, diretor presidente do Saae, recebendo a homenagem das mãos do Geovani Flore
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Wander Macedo recebendo a homenagem de Edgar, líder dos antigomobilistas de Passa Quatro

Mais carros…..

Alguns dos carros que foram muito elogiados durante o evento

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Mercedes C 280 ano 1980 do antigomobilista “Fábio Guimarães” da cidade de Pouso Alegre
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Belíssima Rural 1967
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VW Kombi Corujinha
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Chevrolet Bel Air 1955
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Dodge Charger RT
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Jeep militar

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Dois caminhões militares

Muita gente bacana apareceu por aqui

Sempre presente nos grandes eventos, Lucas Pacheco e seu Mini-Herbie, desfilando pelo calçadão de São Lourenço. Também  a presença do Herbie grande

Os agradecimentos

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Ao centro, Alaiz Deveza, presidente do Vintage Car, ladeada por Edgar, Leonardo Romanelli do Clube do Fusca de Passa Quatro e as esposas
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O locutor José Luiz
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As moças da mesa de inscrição
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A presença do Celsinho e do Sr. Celso (pai) da cidade de Virgínia-MG
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A presença dos amigos Dr. Deocir, Vicente e Homero

 

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O ChoppCar do Circuito do Chopp, com a Barbara

Os amigos do mercado de pulgas

Três belos exemplares do raro MP Lafer

Não poderia deixar de mostrar o Chevrolet Ômega CD 4.1 do “Gasolina na Veia”, que sem ele não poderíamos comparecer a São Lourenço para prestigiar este grande evento

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Faltou a sua foto? Quer incluir mais algum comentário? envie pelo e-mail  ferrugemnapele@gmail.com  que divulgaremos aqui.

Texto e Fotos: Marcus Vinicius

Ford Mustang 2018

O Ford Mustang é um dos mais icônicos carros da indústria automotiva mundial

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Com muita tecnologia, estilo renovado principalmente na dianteira e na traseira, ganhos na aerodinâmica e mais potência, o cinquentão continua sendo um carro atual e muito atraente.

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As alterações no “Mustang 2018″foram:  capô mais baixo, grade redesenhada, faróis menores, ao lado três faixas de DRL e lanternas horizontais na parte inferior. Toda iluminação passa a ser de Led.

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A traseira ganhou para choques e aerofólio redesenhado

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Além do novo visual o “Mustang 2018” vem recheado de novidades e tecnologia:  

  • Transmissão automática de dez velocidades como opcional

  • Suspensão MagneRide e novos amortecedores

  • Painel de instrumentos digital com tela de 12,3 polegadas “Mustang MyMode”

  • Partida, travamento e destravamento das portas e localizar o carro a distância

  • Frenagem a distância, manutenção da faixa e alerta de fadiga

  • 12 diferentes modelos de roda

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UM POUCO DA HISTÓRIA DO MUSTANG:

Desde seu lançamento em 1964, conta com quase dez milhões de unidades vendidas. É um dos modelos com mais tempo em produção, ganhando com isso respeito, admiração e fidelidade de seus consumidores.  Criado por “Lee Lacocca” gerente geral da Ford, e, posteriormente presidente da Chrysler, o cupê possuía pretensões esportivas. Foi  desenhado para quatro ocupantes com assentos individuais, alavanca de câmbio no assoalho, que na época era usada na grande maioria,  na coluna de direção. Foi lançado nas versões cupê e conversível,  e, seis meses depois na versão fastback, equipado com motor 6 cilindros em linha com 101hp, e o V8 de 271hp. O seu nome foi emprestado do avião de caça americano “P51 Mustang” usado na 2ª guerra mundial .

Reportagem: Marcus Vinicius

CARROS ANTIGOS EM BADEN-BADEN

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Baden-Baden situa-se no vale do rio Oos, na Alemanha. É a cidade das termas mundialmente famosas no sopé da Floresta Negra.

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Sediou o encontro anual de veículos antigos de Oldtimer, entre os dias 7 e 9 de julho de 2017.

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Viveu-se uma festa nostálgica entre o Kurpark e a Lichtentaler Allee.

Esta foi a 41ª edição do Encontro Internacional de Oldtimer. Mais de 400 carros  desfilaram para mais de 20.000 visitantes.

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FOTOS DOS EVENTOS ANTERIORES

 

CIDADE FANTASMA

Nome: NELSON   Estado: NEVADA   

País: ESTADOS UNIDOS

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Nelson é uma  cidade abandonada no estado de Nevada, nos Estados Unidos, na área metropolitana de Las Vegas. Nelson fica no Eldorado Canyon. A vila fica no sudeste da região de Eldorado Valley. Em 2010 tinha uma população de 37 habitantes

A área conhecida como Nelson foi originalmente chamada Eldorado em 1775 pelos Espanhóis que fizeram as descobertas oficiais de ouro na área que é agora Eldorado Canyon. Um século mais tarde, os mineiros ocuparam e fundaram a notável Mina Techatticup. Desentendimentos sobre a propriedade, gestão e até disputas laborais, resultaram em frequentes assassinatos. Apesar da reputação sinistra das minas, a vila produziu vários milhões de dólares em ouro, cobre e chumbo.

As minas estiveram ativas entre 1858 e 1945. Muitos dos homens que trabalharam nelas foram desertores da Guerra da Sesseção. Nelson foi um dos primeiras cidades mineiras de ouro em Nevada. A área junto ao rio Colorado foi destruída em 1974, durante uma inundação repentina. A vila foi o local da maior população mineira na região do Eldorado Canyon. Ouro e prata foram descobertos ali por volta de 1859.

 A vila deve o seu nome a Charles Nelson, um prospetor que foi assassinado na sua mina em 1897 pelo índio “Avote”.

Hoje “Nelson” de fantasma só tem o nome, a cidade além de receber milhares de turistas todos os anos, também é cenário para ensaios fotográficos, tanto para propagandas de moda quanto para álbuns de casamento.

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PARA QUEM NÃO TEM MEDO DE FANTASMA, É UM PASSEIO, DIGAMOS…CURIOSO

Mercedes-Benz amplia família GT no Brasil

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Mais opções para os clientes e fãs da Mercedes-Benz no Brasil, a marca expande seu portfólio de superesportivos por meio das vendas do Mercedes-AMG GT C Roadster e do recém-lançado Mercedes-AMG GT R Coupé.

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Unindo características puras de veículos de competição à sensação de liberdade dos “dream cars”, o AMG GT é o segundo veículo da história 100% desenvolvido em casa pela Mercedes-AMG.

Mercedes-AMG GT Roadster (R 190); 2016

Ambas as versões desse automóvel icônico chegam ao mercado brasileiro na data que representa um grande marco na história da empresa comemorado no mundo todo: o aniversário de 50 anos da AMG, divisão criada em 1967 e que, desde então, se especializou em desenvolver projetos que aplicam tecnologias de automóveis de corrida nos modelos de rua.

Mercedes-AMG GT-C Roadster Fahtveranstaltung Phoenix 2017 Mercedes-AMG GT-C Roadster Press Test Drive Phoenix 2017

Tanto o Mercedes-AMG GT C Roadster quanto o Mercedes-AMG GT R Coupé já podem ser encomendados em toda a rede de concessionários Mercedes-Benz, com preço público sugerido de R$ 1.064.900 e R$ 1.199.900, respectivamente

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“Sema Show 2016” assista o vídeo

Memórias Sobre Rodas “RENAULT GORDINI”

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O Renault Gordini, foi um carro lançado pela francesa Renault em 1958 na Europa e, mediante licenciamento, pela Williys Overland em 1962 no Brasil. A Willys Overland foi uma empresa associada à Renault. Era o sucessor do Renault Dauphine, com uma mecânica mais refinada. Tinha os mesmos 845 cc de capacidade cúbica, mas desenvolvia 40 cv e possuía um câmbio de quatro marchas que lhe dava um desempenho bem superior ao modelo original, com apenas 31 cavalos e câmbio de três marchas. O aumento de potência no motor Ventoux cht foi obra de Améedée, piloto e respeitado construtor de motores e carros de competição nos anos 50 e 60.

O Gordini tem menos de 4 metros de comprimento e 1,44 metro de altura. Mesmo com quatro portas, a impressão é de que quatro adultos não cabem lá dentro. A carroceria é monobloco e a suspensão, independente nas quatro rodas.g5

O motor, traseiro, é pequeno e sobra muito espaço sob o capô. Pequeno mas eficaz, sua performance foi elogiada pela imprensa especializada já nas primeiras provas. A revista Quatro Rodas, no teste de lançamento, fez com o Gordini de 0 a 100 km/h em 28,7 segundos e chegou aos 125 km/h de máxima. No trânsito da cidade, seu consumo foi de 8,3 km/l. Estava fadado ao sucesso, afirmava a revista.

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Mas a boa crítica não o livrou de um incômodo apelido tascado pelo povo, emprestado de uma campanha publicitária de leite em pó: “Leite Glória”, rapidamente seguido de um “desmancha sem bater.” Credita-se essa maledicência a uma crônica dificuldade de relacionamento da suspensão com nossas ruas e sua tendência de transformar a água do radiador em vapor.

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Participou de um teste de resistência em outubro de 1964 para melhorar a fama do modelo no Brasil. O teste foi realizado entre os dias 27 de outubro de 17 de novembro no Autódromo de Interlagos. Consistia em andar com o carro nestes vinte dias, parando apenas para abastecimento e pequenos reparos de manutenção.

Apesar de sofrer um capotamento durante os testes, o valente carrinho percorreu mais de  50.000 Km com média de 97,03 Km/h. Foi um feito e tanto, considerando-se que choveu muito durante o percurso e o carro avariado pelo acidente.

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Após o feito, a Willys veiculou anúncios divulgando a força do Gordini. Infelizmente, o público não engoliu, o Gordini continuou a vender pouco, e resistiria somente mais três anos em linha. Foi substituído pelo Corcel, um carro desenvolvido pela Willys e a Ford do Brasil, chamada na época de Ford-Willys e mecânica Renault. Adaptado às condições do Brasil, foi um sucesso de vendas, mas, nunca atingiu o nível do Fusca.

Os “Woodies” americanos

Os primeiros veículos produzidos eram feitos de madeira, na verdade, eram carruagens motorizadas. O motivo era a facilidade e abundância de madeira, seu valor era infinitamente inferior ao metal e mais fácil de trabalhar.

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A medida que os automóveis iam evoluindo, a madeira ia sendo substituída pelo metal, tornado-se apenas acabamento em pequenas partes do veículo, como por exemplo, o painel e as peças do interior dos carros mais sofisticados.

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Pelo seu baixo preço de custo, nos primeiros ônibus chamados de “Jardineiras”, e nos primeiros caminhões de cargas, a madeira era utilizada em grande parte de sua estrutura e acabamento.

Já em 1928, a primeira Station Wagon conhecida da história, foi lançada pela Ford, originária do modelo “A”, com capô, para-lamas, e mais algumas peças em metal, e todo o resto do corpo do carro era em madeira.

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Os “Woodies” eram populares nos Estados Unidos, produzidos como variantes de sedans,  geralmente fabricados como conversões de veículos regulares, por parte de terceiros, e também por algumas empresas de carpintaria grandes e respeitáveis.

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Apesar da grande evolução dos automóveis, entre o final da década de 1930, e o início da década de 1940,  a indústria automotiva americana ainda oferecia seus modelos “tipo perua” com acabamento em madeira.

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Com o final da segunda grande guerra mundial, em 1949, o aço ficou mais barato, então, as grandes montadoras já não tinham mais interesse na produção de automóveis com acabamento em madeira, por motivos econômicos e ecológicos. O último automóvel produzido com acabamento em madeira foi o Buick Super State 1953.

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Após este período, não pense que os “Woodies” foram esquecidos e abandonados. Eles começaram a aparecer nas praias da Califórnia através dos surfistas. Eram carros com muito espaço para transporte das pranchas, oferecidos por baixo preço, pelo simples motivo de seus donos não se interessarem mais.

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Era muito comum, durante a década de 1970, ver grandes peruas americanas com apliques imitando madeira.

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Mas, os “Woodies” ainda sobrevivem…

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Todos os anos, os proprietários dos “Woodies” se reúnem em Santa Cruz na Califórnia, para uma grande festa de carros e surfistas, é o  “Woodies on the Wharf” 

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Memórias Sobre Rodas “DKW VEMAGUET”, “BELCAR” e “FISSORE”

A Vemaguet é um automóvel brasileiro produzido pela “Vemag”, sob licença da fábrica alemã DKW, entre 1958 e 1967, juntamente com o “Grande DKW Vemag”

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Belcar 1961

O “Grande DKW Belcar recebeu a denominação de Belcar,  apenas em 1961.

Teve dois derivados populares, a Caiçara produzida entre  1963 e 1965 e a Pracinha, produzida em 1965 e 1966.

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DKW 1963

Até 1963 as portas dianteiras abriam ao contrário, da frente para trás, no sentido do conforto, conquistando o apelido de portas “suicidas” (conforme os americanos se referem a este tipo de abertura) ou portas “deixa ver” ou “DêChaVê” (como ficou comum no Brasil).  Esta última denominação refere-se obviamente ao uso dessas portas por mulheres vestindo saias.

d-mSeu motor de três cilindros em linha e dois tempos (precisa misturar óleo a gasolina), com volume de 1 litro, é dianteiro, assim como a tração. Uma bobina por cilindro, refrigeração liquida, partida elétrica. Motor que ao invés de usar buchas, casquilhos ou bronzinas em suas partes móveis, usa rolamentos, proporcionando assim uma durabilidade acima do comum para os carros da época.

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DKW FISSORE

Em 1964 é lançado no mercado o DKW Fissore. Neste ano a Vemag contava com 4.013 funcionários e uma área de pouco mais de 87.000 m². Seus veículos já contavam com praticamente 100% de nacionalização.

d-65 Em 1964 a Vemaguet têm suas portas alteradas, elas passam a abrir do modo convencional e não mais ao contrário.

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DKW Série Rio 1965

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Em 1965 é lançada a série Rio, em homenagem aos quatrocentos anos de fundação da cidade do Rio de Janeiro, que, trazia bancos em dois tons de cores, bancos dianteiros com três posições de encosto e limpador de para-brisas com maior área de ação.

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A Vemag havia passado quase dez anos sem introduzir modificações de maior vulto em sua linha. Para que o carro  continuasse a  competir no mercado, em setembro de 1967 a parte dianteira recebeu nova grade em motivos horizontais, que ocupava toda a frente do carro, inclusive os pára-lamas e os quatro faróis. Na traseira colocavam-se novas lanternas horizontais que davam uma impressão de rebaixamento do veículo. O sistema elétrico passou de 6 para 12 volts e foi equipado com alternador em lugar do dínamo. O diferencial voltou a ser mais “longo”, passando a 4,7 k de redução, e possibilitou aumentar um pouco as velocidades máximas sem alterar a aceleração. Mas, em dezembro do mesmo ano, devido a aquisição do Grupo Union pela Volkswagen, encerrou-se a produção do DKW.

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