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Gasolina na Veia

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Curiosidades

Toyota Corolla – 50 anos

Um jovem senhor

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O Corolla é um modelo compacto da Toyota oferecido em versões sedan, hatchback e perua, é o carro mais vendido no mundo, com produção nos cinco continentes e vendas totais superiores a 44 milhões de automóveis desde seu lançamento em 1966.

Seu nome provém do Latim e o significado é “Coroa de Flores”, que por sua vez significam felicidade e triunfo.

Em 1997 o Toyota Corolla superou o Volkswagen Fusca como o modelo mais popular do planeta.

Ao adotar o nome “Corolla” a Toyota manteve uma tradição da época em que muitos dos nomes dos seus carros começavam por “C” – Crown, Corona, Carina, Century, Celica, Camry etc.

1992 – Começavam as vendas no Brasil mediante importação com motor 1.8

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1992

1998 – Início da produção brasileira em Indaiatuba no estado de São Paulo

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1998

2002 – Nova geração chegava ao Brasil com motores 1,6 e 1,8 mais modernos, seguindo o estilo do norte-americano

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2002

2004 – Versão esportiva XRS nos EUA com motor 1,8 de 170 cv, caixa manual de seis marchas e controle eletrônico de estabilidade. No Brasil aparecia a perua Fielder

2008 – Novo modelo do Corolla para o mercado brasileiro e finalizava a venda da Fielder.  Líder do segmento entre 2002 e 2006, o Corolla perdeu essa colocação para o novo Honda Civic, lançado em 2006, e em Abril de 2008 a Toyota reagiu com a nova geração do Corolla

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Corolla 2008

Em 2009, a Toyota lançou uma nova versão intermediária, a GLi e o Corolla foi o grande campeão da pesquisa “Os Eleitos”, feita pela revista Quatro Rodas

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Corolla GLi 2009

Lançada em 2012 nos Estados Unidos e em 2013 na Europa , a 11ª geração do Corolla chegou ao Brasil em 2014. Ao contrário das gerações anteriores, onde o padrão EUA foi seguido, a 11ª geração, no Brasil, segue o padrão europeu, diferente do modelo americano

 

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Corolla 2014 – Modelo produzido nos Estados Unidos
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Corolla 2015 – Modelo produzido no Brasil e Europa

2017 – lançado já como modelo 2018 ,nova frente, novo painel, agora com controle de tração e estabilidade e o resgate da versão esportiva XRS

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Corolla XRS 2018

 

CIDADE FANTASMA

Nome: NELSON   Estado: NEVADA   

País: ESTADOS UNIDOS

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Nelson é uma  cidade abandonada no estado de Nevada, nos Estados Unidos, na área metropolitana de Las Vegas. Nelson fica no Eldorado Canyon. A vila fica no sudeste da região de Eldorado Valley. Em 2010 tinha uma população de 37 habitantes

A área conhecida como Nelson foi originalmente chamada Eldorado em 1775 pelos Espanhóis que fizeram as descobertas oficiais de ouro na área que é agora Eldorado Canyon. Um século mais tarde, os mineiros ocuparam e fundaram a notável Mina Techatticup. Desentendimentos sobre a propriedade, gestão e até disputas laborais, resultaram em frequentes assassinatos. Apesar da reputação sinistra das minas, a vila produziu vários milhões de dólares em ouro, cobre e chumbo.

As minas estiveram ativas entre 1858 e 1945. Muitos dos homens que trabalharam nelas foram desertores da Guerra da Sesseção. Nelson foi um dos primeiras cidades mineiras de ouro em Nevada. A área junto ao rio Colorado foi destruída em 1974, durante uma inundação repentina. A vila foi o local da maior população mineira na região do Eldorado Canyon. Ouro e prata foram descobertos ali por volta de 1859.

 A vila deve o seu nome a Charles Nelson, um prospetor que foi assassinado na sua mina em 1897 pelo índio “Avote”.

Hoje “Nelson” de fantasma só tem o nome, a cidade além de receber milhares de turistas todos os anos, também é cenário para ensaios fotográficos, tanto para propagandas de moda quanto para álbuns de casamento.

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PARA QUEM NÃO TEM MEDO DE FANTASMA, É UM PASSEIO, DIGAMOS…CURIOSO

Os “Woodies” americanos

Os primeiros veículos produzidos eram feitos de madeira, na verdade, eram carruagens motorizadas. O motivo era a facilidade e abundância de madeira, seu valor era infinitamente inferior ao metal e mais fácil de trabalhar.

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A medida que os automóveis iam evoluindo, a madeira ia sendo substituída pelo metal, tornado-se apenas acabamento em pequenas partes do veículo, como por exemplo, o painel e as peças do interior dos carros mais sofisticados.

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Pelo seu baixo preço de custo, nos primeiros ônibus chamados de “Jardineiras”, e nos primeiros caminhões de cargas, a madeira era utilizada em grande parte de sua estrutura e acabamento.

Já em 1928, a primeira Station Wagon conhecida da história, foi lançada pela Ford, originária do modelo “A”, com capô, para-lamas, e mais algumas peças em metal, e todo o resto do corpo do carro era em madeira.

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Os “Woodies” eram populares nos Estados Unidos, produzidos como variantes de sedans,  geralmente fabricados como conversões de veículos regulares, por parte de terceiros, e também por algumas empresas de carpintaria grandes e respeitáveis.

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Apesar da grande evolução dos automóveis, entre o final da década de 1930, e o início da década de 1940,  a indústria automotiva americana ainda oferecia seus modelos “tipo perua” com acabamento em madeira.

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Com o final da segunda grande guerra mundial, em 1949, o aço ficou mais barato, então, as grandes montadoras já não tinham mais interesse na produção de automóveis com acabamento em madeira, por motivos econômicos e ecológicos. O último automóvel produzido com acabamento em madeira foi o Buick Super State 1953.

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Após este período, não pense que os “Woodies” foram esquecidos e abandonados. Eles começaram a aparecer nas praias da Califórnia através dos surfistas. Eram carros com muito espaço para transporte das pranchas, oferecidos por baixo preço, pelo simples motivo de seus donos não se interessarem mais.

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Era muito comum, durante a década de 1970, ver grandes peruas americanas com apliques imitando madeira.

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Mas, os “Woodies” ainda sobrevivem…

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Todos os anos, os proprietários dos “Woodies” se reúnem em Santa Cruz na Califórnia, para uma grande festa de carros e surfistas, é o  “Woodies on the Wharf” 

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UM DEPÓSITO DE CARROS ANTIGOS

Durante nossas andanças por aí, descobrimos no interior do estado de Minas Gerais um galpão com mais de trinta carros antigos, todos muito bem guardados e longe dos olhares de curiosos.

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Quem passa por fora deste galpão todo fechado não imagina as raridades que ali estão

Como diz o proprietário, não se trata de uma coleção e sim de um depósito de carros antigos

São diversas marcas e modelos como: Opel, Dodge Dart, Dodge Charger

Este é o “Opel Rekord” que deu origem ao Opala Cupê

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Destaque para este “Chevrolet Opala 1971” com baixíssima quilometragem

Este “Impala 1959” ainda está com as placas amarelas e mantém a pintura e mecânica original

Em perfeito estado, ainda com pintura original este “Plymouth 1952”

Chevrolet com câmbio Hidramático

“Opel” que deu origem ao “Chevrolet Caravan”

Dodge Charger RT 1977

Opel 1957

Opel 1960

Dois exemplares do “Dodge Polara” os famosos “Dojinho”

É evidente a preferência do proprietário pela marca “Opel”

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Devido a disposição dos carros, não foi possível ângulos muito perfeitos para as fotos

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Melhor que seja assim e eles continuem bem quietinhos nesta garagem dos sonhos

Fotos e texto de: Marcus Vinicius

O CORSO CARNAVALESCO

Os Automóveis sempre estiveram presentes nos carnavais desde o início dos anos 1900

Corso carnavalesco, ou simplesmente corso, foi um tipo de agremiação carnavalesca que promovia desfiles utilizando carros, abertos e ornamentados, pelas ruas das cidades, com foliões geralmente fantasiados, que jogavam confetes, serpentina e esguichos de lança perfume nos ocupantes dos outros veículos. 

Por extensão, por vezes “corso” também era o nome dado aos passeios promovidos pelas sociedades carnavalescas do Rio de Janeiro.

A brincadeira, de origem europeia, foi muito popular em diversas cidades do Brasil no início do século 20, sendo uma tentativa de se reproduzir as batalhas de flores características dos carnavais mais sofisticados da virada do século, como, por exemplo, o da cidade de Nice, no sul da França.

Por sua própria natureza, o corso era uma brincadeira exclusiva das elites, que possuíam carros ou que podiam pagar seu aluguel nos dias de carnaval.

 No Brasil antes do surgimento dos automóveis, o desfile de corsos já existia em algumas cidades, tais como Recife e Olinda, onde era composto por carros puxados a cavalo como: cabriolés, aranhas (carruagens leves de duas rodas), charretes, entre outros modelos. 

Até hoje os carros antigos fazem parte dos carnavais resgatando a beleza dos carnavais antigos, o que acontece como por exemplo em São João Del Rey em Minas Gerais, Conservatória no estado do Rio de Janeiro e diversas outras cidades do Brasil.

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Texto de Marcus Vinicius

Fotos meramente ilustrativas

Anasagasti

      Após o inicio da Primeira Guerra Mundial Horácio Anasagasti construtor de carros Argentino e também a primeira indústria de automóveis da América do Sul tem um grande problema com sua indústria: a questão do financiamento de carros. Muitos do compradores atrasam ou param o pagamento, fato logo agravado pelos fornecedores europeus não mais honrarem com o fornecimento de peças. Continuar lendo “Anasagasti”

O carro mais caro do mundo

Rolls-Royce Silver Ghost 1906

Avaliado em cinquenta milhões de dólares, hoje pertence a própria montadora, pois, enquanto o carro estava sendo restaurado  o seu proprietário faleceu, então os herdeiros  resolveram vende-lo. Trata-se de um carro muito raro,  foram produzidas apenas 7.876 unidades deste modelo.  Considerado o melhor carro do mundo na sua época devido a motorização, o luxo e o refinamento que perpetuaram a marca Britânica.

 

 

Nas Curvas da Estrada de Santos

Aconteceu em 10 de agosto de 1958 a “II Subida de Montanha”, prova de velocidade realizada na Estrada Velha de Santos, o antigo Caminho do Mar, utilizado pelos paulistanos para ir e vir da Baixada Santista.

A prova do Caminho do Mar reunia aficionados por carros e competições no pé da serra, para cumprir a subida de 7,2 km no menor tempo possível. O regulamento da prova dividia os automóveis em duas classes, os normais e os especiais. Os primeiros eram originais de fábrica, com preparo livre porém mantidas as características principais, com classificação em quatro categorias, até 250 cm3, até 1.300 cm3, até 2.000 cm3 e Força Livre. Os especiais eram carros de corrida, com qualquer motor, chassi, suspensão e freios, separados em duas categorias, até 2.500 cm3 e Força Livre.

Foi a classe normal que reuniu a maior quantidade de participantes, todos com modelos mais conhecidos do público, como DKW, Fusca, MG ou Porsche. O vencedor da categoria até 250 cm3 foi Álvaro Andrade, com Romi Isetta; até 1.300 cm3 venceu Flavio Del Mese, com DKW; até 2.000 cm3 o Porsche de Guy Whitney foi mais rápido e na Força Livre venceu a prova Waldemyr Costa, com Nash Healey. Na categoria até 1.300 cm3 havia ainda MG, Simca 1200 francês, e Fiat 1100. Até 2.000 cm3 participaram Citroën 11 Légère e Porsche.

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A prova estava marcada para as 8:00 hs da manhã, mas só foi dada a largada as 10:15 hs por motivo de segurança, pois, a partir da chamada curva da morte até o topo da serra a neblina tomou conta da estrada, impedindo totalmente a visibilidade no local. Mesmo aguardando todo esse tempo, na hora da largada ainda não havia dissipado toda neblina, mesmo assim a prova transcorreu sem transtornos.

Muitos pilotos foram impedidos de  participar da II Subida de Montanha por uma razão hoje óbvia,  a falta do capacete. A comissão organizadora foi firme na questão e seguiu as regras da FIA – Federação Internacional de Automobilismo, com a supervisão da Comissão Desportiva Regional do ACB e pela Polícia Rodoviária. 

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Muito interessante esta foto do pai com o filho pequeno assistindo a prova.

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Picape ou avião?

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Esta picape Plymouth 1939  trata-se de um verdadeiro projeto exclusivo, considerando que ela foi equipada com um motor de avião, com 7 cilindros e 12.4 litros.

Normalmente, vemos muitas caminhonetes sendo preparadas com motores de seis cilindros, mas essa é realmente única considerando o seu motor Jacobs radial de avião, que desenvolve cerca de 300 cv .Essa super picape é uma criação de Gary Corns.

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Aliás, ele é dono de um imenso ferro-velho nos Estados Unidos, no Colorado.

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Dessa forma, ficou mais fácil colocar a criatividade em ação, depois que ele havia comprado essa caminhonete Plymouth completamente detonada.

Somando a isso, ele encontrou um avião hidroplano dos anos 1950 num cemitério de aviões na região e então decidiu trabalhar, com os filhos e amigos, na criação dessa caminhonete insana.

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