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Gasolina na Veia

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Carros antigos

Chevrolet Amazona

O “Chevrolet Amazona” foi o primeiro utilitário de uso misto no Brasil 

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O carrão tem capacidade para nove ocupantes, incluindo o motorista em três fileiras de bancos. Para o compartimento de trás o acesso era por uma unica porta lateral.

O acesso ao compartimento de bagagem é feito por uma tampa traseira que bascula para baixo, acima apenas uma área envidraçada fixa.

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Nas três portas do carro as janelas são com abertura convencional e as demais são corrediças de forma horizontal.

A base é a Pick-Up Chevrolet Brasil da série 3100, incluindo a frente e a cabine, daí para trás, uma ampla perua envidraçada.

O primeiro modelo da Amazona foi lançada em 1959 com mecânica dos caminhões Chevrolet

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Em dezembro de 1962 recebia leve reestilização, passando a vir com quatro faróis redondos, mas a mecânica permanecia: motor de seis cilindros em linha, 261 pol3 (4,3 litros) e 142 cv a 4.000 rpm de potência bruta, o mesmo dos picapes. Com bom torque em baixos regimes – 31,7 m.kgf brutos a 2.000 rpm –, levava a pesada perua (1.850 kg) de 0 a 100 km/h em 21 s, com velocidade máxima de 138 km/h. As suspensões usavam eixos rígidos e molas semi-elíticas; diferencial bloqueante (“tração positiva”) era opcional e o câmbio tinha apenas três marchas.

No Salão do Automóvel de 1964, realizado em São Paulo, a Amazona cedia lugar a uma nova perua: a C-1416, logo em seguida batizada de “VERANEIO” baseada na pick-up lançado no mesmo evento.

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Em 1988 um novo carro, derivado das pick-Ups da série D20

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Em 1990 era lançada a “BONANZA” uma versão de duas portas mais curta e entre eixos menor, apenas 2,59 metros.

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Uma tentativa de sucessão foi feita em 1998 com a “GRAND BLAZER” derivada do picape Silverado feita na Argentina. Mas a desvalorização do real no ano seguinte elevou seu preço e já não havia demanda no mercado para um veículo tão grande e pesado.

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Reportagem: Marcus Vinicius

 

Ford Maverick

O Maverick foi um automóvel criado pela Ford dos Estados Unidos que obteve grande sucesso em seu país de origem. Também foi fabricado no Brasil entre 1973 e 1979 em versões exclusivas com motores 4, 6 e 8 cilindros.

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O “MAVERICK” NOS ESTADOS UNIDOS

Ao fim dos anos 60, a Ford norte-americana buscava um veículo compacto, barato e econômico para os padrões do país,  que pudesse fazer frente à crescente concorrência dos carros europeus e japoneses. Então no dia 17 de abril de 1969  o “Maverick” foi lançado por US$ 1.995, com 15 cores disponíveis e motores de 2,8 e 3,3 litros, ambos de seis cilindros.

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A Ford o anunciou como o veículo ideal para jovens casais, ou como segundo carro da casa. O estilo foi claramente copiado do Mustang. O sucesso foi imediato e logo no primeiro ano foram vendidas 579.000 unidades.

O “MAVERICK” NO BRASIL

O primeiro Maverick  produzido no Brasil deixou a linha de montagem em 4 de junho de 1973. O público já começava a interessar-se pelo modelo desde o Salão do Automóvel de São Paulo de 1972, quando o carro foi apresentado. O que seguiu foi uma das maiores campanhas de marketing da indústria automobilística nacional, contando inclusive com filmagens nos Andes e na Bolívia.

O carro apresentava inicialmente três versões: Super (modelo standard), Super Luxo (SL) e o GT . Os Super e Super Luxo apresentavam-se tanto na opção sedã quatro portas e  como cupê duas portas, sendo sua motorização seis cilindros em linha ou, opcionalmente, V8, todos com opção de câmbio manual de quatro marchas no assoalho ou automático de três marchas na coluna de direção.

Já o “Maverick GT” era o top de linha, se destacava externamente pelas faixas laterais adesivas na cor preta, capô e painel traseiro com grafismos pintados em preto fosco e rodas mais largas. O Maverick GT vinha equipado com motor de 8 cilindros em V de 302 polegadas cúbicas, potência de 199 hp  e 4.950 cm3 de cilindrada oferecido somente com câmbio manual de quatro marchas com acionamento no assoalho, podia acelerar de 0 a 100 km/h em pouco mais de dez segundos.

Também eram itens que equipavam somente a versão “GT”: um par de presilhas em alumínio no capô e internamente  um conta-giros sobreposto à coluna de direção do volante.

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No ano de 1975, com o objetivo de homologar o Kit Quadrijet para as pistas, a Ford lançou no Brasil o famoso Maverick Quadrijet. Verdadeira lenda entre os antigomobilistas e amantes de velocidade, o Maverick Quadrijet era um Maverick 8 cilindros cujo motor era equipado com um Carburador de corpo Quádruplo (daí o nome “Quadrijet”), coletor de admissão apropriado, comando de válvulas de 282º  e taxa de compressão do motor elevada para 8:5:1, aumentando a potência do carro, de 140 cv para 185 cv (potência líquida) a 5.600 RPM. Com essas modificações o Ford Maverick acelerou de 0 a 100 km/H em  6,5 segundos e atingiu a Velocidade Máxima de 205 km/h.

 O “FORD MAVERICK” NAS PISTAS

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Os “Maverick” equipados com o potente motor V8 fizeram grande sucesso nas pistas brasileiras, reinando de 1973 a 1977 em praticamente todas as provas das quais participou.  Alguns Maverick receberam extensas modificações, como por exemplo o modelo construído pela Ford especialmente para a Divisão 3, por intermédio do preparador Luiz Antonio Greco. O motor recebeu, entre outros itens, cabeçotes de alumínio Gurney-Weslake, iguais aos usados no lendário Ford GT40, comando de válvulas especial e 4 carburadores de corpo duplo Weber 48 IDA. Com esta modificação o motor atingiu a potência de 450cv líquidos, cerca de 3 vezes a potência original.

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A partir dos anos 90, devido à maior facilidade de importação no Brasil, muitos proprietários equiparam seus Maverick com peças para alta performance de origem norte-americana, o que fez o carro ser largamente usado em provas de arrancada que se multiplicaram no país. Neste tipo de prova os Maverick têm logrado grande sucesso, sempre arrancando vibração do público com o ronco característico de seu potente motor.

Chevrolet Fleetmaster 1948

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Este “Chevrolet Fleetmaster 1948” foi restaurado nos mais altos padrões de qualidade e permanece inigualável, considerando a sua transformação, acabamento e o conjunto mecânico

 

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 O interior foi todo feito a mão, inspirado na sua condição original, os bancos revestidos em vinil branco e no assoalho, carpete na cor do carro

Impulsionado por um motor V8 de 327cv do Cadillac e freios emprestados do Corvette e5

Mais um diferencial do carro foi a instalação de hastes internas e modo de abertura e sustentação do capô

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O carro dispensa comentários, é só observar e curtir

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Cadillac “Madame V”

É isso mesmo, este é um Cadillac Custom 1948, denominado de “Madame V” pelos seus customizadores, a americana   Ringbrothers, famosa pela ousadia de seus projetos

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Mas este projeto vai muito além do visual: do Cadillac 1948 utilizou-se apenas a lataria, é isso mesmo, toda carroceria foi modificada para receber o conjunto mecânico e de suspensão doada por um Cadillac ATS-V 2016

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O “Madame V” está equipado com motor V6 biturbo de 3,6 litros, 470 cv a 5.850 rpm e 61,5 mkgf de torque a 3.500 rpm, câmbio automático de 8 velocidades e velocidade máxima de 304km/h

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O interior do “Madame V” é o mesmo usado no Cadillac ATS-V, muito bem adaptado, com tudo funcionando, inclusive os revestimentos internos das portas que foram feitos sob medida. Isso dividiu opiniões, muitos prefeririam manter o interior original

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Independentemente das opiniões, podemos afirmar que o carro ficou muito bonito e totalmente diferenciado além de se tratar de um carro zero km, pois toda a parte mecânica, elétrica e acabamento é de um Cadillac ATS-V 2016, zero km.

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Buick

Buick é uma marca premium norte americana pertencente à General Motors

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A Buick surgiu como uma fabricante independente de automóveis, a ‘Buick Motor Company’, foi criada em maio de 1903 pelo escocês-americano David Dumbar Buick , em Detroit

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David Dunbar Buick, foi um engenheiro  nascido em Arbriath-Escócia em 17 de setembro de 1854, e faleceu em Detroit em 5 de março de 1929. Buick foi quem inventou o overhead, válvula do motor em que o sucesso da empresa foi baseado

Buick Two Passenger Runabout 1903

No mesmo ano de 1903, a empresa é vendida para James H. Whiting  (1842-1919), que a transfere para sua cidade natal de Flint, Michigan,  contratando Willian C.Durant em 1904  para gerir a sua nova aquisição

Buick “Model G” 1907

Durant após a aquisição da Buick tornou-se o maior fabricante de carros dos Estados Unidos, a partir daí, formou uma mega corporação denominando-a de “General Motors”

Buick 5 passageiros – 1914
Buick Touring sedan 1920

O público alvo da Buick, era um cliente que queria um carro confortável, mas que possivelmente não era  rico o suficiente para possuir um Cadillac

Veja alguns dos modelos “Buick”

Buick Pinstriped – 1925
Buick 60 Dual Cowl Phaeton – 1930
Buick 4-Door Sedan – 1934
Buick Special Convertible – 1940
Buick Roadmster – 1945
Buick Roadmaster Sedan – 1949
Buick Roadmaster Riviera Coupe – 1949
Buick Super – 1955

Buick Roadmaster – 1957

Buick Riviera – 1957
Buick Electra 225 Convertible – 1960
Buick Riviera GS – 1965
Buick Skylark – 1970

Buick Riviera 2 door Coupe – 1970

Buick GSX – 1971

Buick Riviera Sport 1971

Buick Lesabre – 1975
Buick Electra – 1975
Buick Regal Coupe – 1982
Buick Grand National GNX – 1987

 

Buick Century Custom – 1995

Conheçam alguns dos “Buick” conceito

Buick LeSabre Concept Convertible – 1951
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Buick Centurion Concept – 1956
Buick Streamliner Concept – 1948
Buick WildCat Concept – 1953

Finalizando mostraremos o “Avista”, o mais novo carro conceito da Buick

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O Avista é um cupê com linhas da nova identidade visual da Buick para os próximos anos, com linhas agressivas,  o conceito abusa de vincos na carroceria, destaque para a grade dianteira, e conjunto ótico afilado em forma de bumerangue.  O motor é um V6 bi-turbo de 400 cavalos, tendência dos modelos americanos ao downsizing (redução do tamanho dos motores, sem perder eficiência), tração dianteira e câmbio automático de oito marchas.

Reportagem: Marcus Vinicius

Fonte de consulta: Wikipédia e sites relacionados

“Jeep” ou “Jipe”

O termo jipe virou sinônimo de automóveis destinados ao uso fora de estrada, ou off road, normalmente com tração nas quatro rodas. A palavra Jipe é um aportuguesamento do termo em inglês jeep, derivado da pronúncia em inglês da sigla GP, que significa general purpose ou “uso geral”, embora essa não seja a origem da marca Jeep

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Bantan BRC

 

O primeiro protótipo foi o Bantan BRC cuja traseira é semelhante às traseiras do Jeep Willys mas a frente é arredondada, bem de acordo com o design típico do final dos anos 30

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Jeep Ford GP

Dizem que o primeiro Jeep foi o Willys MB ou simplesmente “42”, mas isso é um erro, antes dele, outros modelos de Jeep foram enviados para as frentes de combate, como o Willys Quad , o Bantan BRC, o Willys MA e o Ford GP

O Jeep surgiu como veículo de guerra americano no final dos anos 1930, era leve, com capacidade de superar terrenos difíceis e capacidade para levar alguns homens e armamentos

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Willys Jeep 1943

Ao final da segunda guerra mundial, a Willys requisitou o registro do nome “Jeep”

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Segundo informações da Chrysler do Brasil, o nome “Jeep” deve-se ao personagem de histórias em quadrinhos chamado “Eugene the Jeep” (ou simplesmente Jeep). Foi criado em março de 1936 pelo cartunista E.C.Segar para fazer companhia ao Popeye.  Ele era do tamanho de um cachorro nativo da África e resolvia todos os problemas do Popeye e da Olivia Palito, sua característica era sempre falar a verdade

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DKW Candango

No Brasil, a  Vemag tentou lançar esse veículo denominando-o como Jeep DKW Vemag, mas a Willys detinha os direitos sobre a denominação Jeep e daí surgiu o nome “CANDANGO” produzido entre 1958 e 1963, em homenagem aos operários que trabalharam na construção de Brasilia

No Brasil, o Jeep foi lançado no final dos anos 1950 e foi produzido até o início dos 1980, inicialmente pela Willys Overland do Brasil e depois pela Ford que adquiriu a Willys.

Fonte de consulta: Wikipédia e sites relacionados

Ford Galaxie 500, LTD e Landau

O Ford Galaxie foi fabricado pela Ford no Brasil de 16 de fevereiro de 1967 a 2 de abril de 1983, totalizando 77.850 uni­­dades produzidas. Trata-se de um modelo sedã luxuoso, contando inclusive com ar condicionado e direção hidráulica já no fim da década de 1960, itens considerados opcionais até hoje em muitos carros.

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Em 1969, foi lançada a versão LTD do Galaxie, mais luxuosa, com acabamento do painel e das portas melhorado, teto em vinil, ar condicionado e câmbio automático opcional (hidramático, como chamado na época).  O LTD foi o primeiro carro brasileiro a ter câmbio automático, e ,o segundo a ter ar condicionado. Foi responsável por popularizar esses itens no país. A versão era equipada com um novo motor 292 V8.

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Em 1970 surgiu o Galaxie Standard, ou somente Galaxie. Era uma versão de entrada do luxuoso sedã. Não possuía direção hidráulica, relógio e rádio. Também vinha sem a maioria dos frisos,  calotas pequenas e pneus comuns sem faixa branca.

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O Landau, apresentado na linha 71, oferecia  além do teto de vinil, vigia traseiro menor, aplicações em jacarandá no painel e nas portas, forrações finas no interior e um adorno em formato de “S”, que caracterizava o modelo.

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Em 1973, ganhou novo capô, nova grade, teve a traseira redesenhada (e mais uma vez ganhou novas lanternas), novas calotas, frisos redesenhados e uma maior diversidade de cores. Em 1974 e 1975 não houve maiores mudanças.

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Para a linha 1976, o Galaxie passou por grandes mudanças estéticas. Os faróis passaram a ser dispostos horizontalmente, assim como as lanternas traseiras, estas divididas em 3 segmentos em cada lado, mantendo a característica dos piscas traseiros sempre funcionando nas luzes de freio. As lanternas dianteiras passaram a ser maiores, mais envolventes e em posição vertical.

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Em 1978 toda a linha recebia novo volante de 4 raios, além de novo padrão de estofamento, e de nova cor cinza exclusiva para o Landau. Também recebeu pneus radiais e suspensão recalibrada.

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Para 1980 só eram disponíveis os modelos LTD e Landau. Por causa da crise do petróleo, foi lançada a versão com motor 302 movido a álcool com enorme tanque de 107 litros.

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Em 1981 as luzes de marcha a ré voltam a ser integradas às lanternas traseiras, desta vez ocupando o lugar aonde até 1980. Acendia o terceiro par da meia-luz traseira. Foram adotados também suspensão recalibrada e novas pinças de freio.

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Em 2 de abril de  1983 o Galaxie saiu de linha totalizando 77.850 unidades produzidas em seus 16 anos de luxo. Mesmo assim o carro recebeu a primeira calota presa com parafusos (rosqueadas). Neste último ano somente 125 unidades foram produzidas. Nesta época, com o agravamento da crise do petróleo, diminuiu a procura pelos sedãs grandes, o que levou a Ford a encerrar a produção deste que foi o mais luxuoso automóvel produzido no Brasil.

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Um ônibus muito estranho

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Volkswagen SP2

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A série SP foi uma série de carros esporte desenvolvidos pela Volkswagen do Brasil para o mercado interno, de 1972 a 1976. O nome supostamente é uma abreviatura para São Paulo, outras fontes atribuem a sigla à Special Project ou Sport Prototype.

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Nos anos 70 o mercado brasileiro estava fechado a importações. Os únicos carros esporte oficialmente feitos para o Brasil eram o Karmann Ghia e seu sucessor, Karmann Ghia TC.

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O SP, nome final do carro, foi construído na plataforma da Variant, oferecido com o mesmo motor boxer de 1600cc, versão chamada de SP1, ou com um motor 1700cc, chamado de SP2. Este último desenvolvia 75cv, 160 km/h e fazia 10 km com um litro de gasolina e foi a versão que prevaleceu no mercado.

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O SP1 logo apos o seu lançamento saiu de linha, com baixo desempenho, apenas 65 cv em um motor 1600 ele não agradou. Esse problema viria assombrar o SP2 também. Na verdade, uma piada maldosa da época dizia que a sigla “SP” significava “Sem Potência“. Logo ficou claro que o carro, apesar de seu notável design, não conseguiria derrotar o Puma na performance. Embora eles usassem um motor similar, o Puma era feito em fibra de vidro, muito muito mais leve do que o aço empregado no SP2.

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Com um total de 10.207 unidades fabricadas, 670 deles exportados para a Europa, o carro saiu de linha em 1976, atualmente é valorizado como item de colecionador.

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