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Gasolina na Veia

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Ford Maverick

O Maverick foi um automóvel criado pela Ford dos Estados Unidos que obteve grande sucesso em seu país de origem. Também foi fabricado no Brasil entre 1973 e 1979 em versões exclusivas com motores 4, 6 e 8 cilindros.

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O “MAVERICK” NOS ESTADOS UNIDOS

Ao fim dos anos 60, a Ford norte-americana buscava um veículo compacto, barato e econômico para os padrões do país,  que pudesse fazer frente à crescente concorrência dos carros europeus e japoneses. Então no dia 17 de abril de 1969  o “Maverick” foi lançado por US$ 1.995, com 15 cores disponíveis e motores de 2,8 e 3,3 litros, ambos de seis cilindros.

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A Ford o anunciou como o veículo ideal para jovens casais, ou como segundo carro da casa. O estilo foi claramente copiado do Mustang. O sucesso foi imediato e logo no primeiro ano foram vendidas 579.000 unidades.

O “MAVERICK” NO BRASIL

O primeiro Maverick  produzido no Brasil deixou a linha de montagem em 4 de junho de 1973. O público já começava a interessar-se pelo modelo desde o Salão do Automóvel de São Paulo de 1972, quando o carro foi apresentado. O que seguiu foi uma das maiores campanhas de marketing da indústria automobilística nacional, contando inclusive com filmagens nos Andes e na Bolívia.

O carro apresentava inicialmente três versões: Super (modelo standard), Super Luxo (SL) e o GT . Os Super e Super Luxo apresentavam-se tanto na opção sedã quatro portas e  como cupê duas portas, sendo sua motorização seis cilindros em linha ou, opcionalmente, V8, todos com opção de câmbio manual de quatro marchas no assoalho ou automático de três marchas na coluna de direção.

Já o “Maverick GT” era o top de linha, se destacava externamente pelas faixas laterais adesivas na cor preta, capô e painel traseiro com grafismos pintados em preto fosco e rodas mais largas. O Maverick GT vinha equipado com motor de 8 cilindros em V de 302 polegadas cúbicas, potência de 199 hp  e 4.950 cm3 de cilindrada oferecido somente com câmbio manual de quatro marchas com acionamento no assoalho, podia acelerar de 0 a 100 km/h em pouco mais de dez segundos.

Também eram itens que equipavam somente a versão “GT”: um par de presilhas em alumínio no capô e internamente  um conta-giros sobreposto à coluna de direção do volante.

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No ano de 1975, com o objetivo de homologar o Kit Quadrijet para as pistas, a Ford lançou no Brasil o famoso Maverick Quadrijet. Verdadeira lenda entre os antigomobilistas e amantes de velocidade, o Maverick Quadrijet era um Maverick 8 cilindros cujo motor era equipado com um Carburador de corpo Quádruplo (daí o nome “Quadrijet”), coletor de admissão apropriado, comando de válvulas de 282º  e taxa de compressão do motor elevada para 8:5:1, aumentando a potência do carro, de 140 cv para 185 cv (potência líquida) a 5.600 RPM. Com essas modificações o Ford Maverick acelerou de 0 a 100 km/H em  6,5 segundos e atingiu a Velocidade Máxima de 205 km/h.

 O “FORD MAVERICK” NAS PISTAS

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Os “Maverick” equipados com o potente motor V8 fizeram grande sucesso nas pistas brasileiras, reinando de 1973 a 1977 em praticamente todas as provas das quais participou.  Alguns Maverick receberam extensas modificações, como por exemplo o modelo construído pela Ford especialmente para a Divisão 3, por intermédio do preparador Luiz Antonio Greco. O motor recebeu, entre outros itens, cabeçotes de alumínio Gurney-Weslake, iguais aos usados no lendário Ford GT40, comando de válvulas especial e 4 carburadores de corpo duplo Weber 48 IDA. Com esta modificação o motor atingiu a potência de 450cv líquidos, cerca de 3 vezes a potência original.

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A partir dos anos 90, devido à maior facilidade de importação no Brasil, muitos proprietários equiparam seus Maverick com peças para alta performance de origem norte-americana, o que fez o carro ser largamente usado em provas de arrancada que se multiplicaram no país. Neste tipo de prova os Maverick têm logrado grande sucesso, sempre arrancando vibração do público com o ronco característico de seu potente motor.

3º Grande Encontro dos Carros Antigos do Sul de Minas

Dia 17 de junho de 2018 a partir das 10h

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Local: Restaurante Venda do Chico 

Rod. Fernão Dias  Km 743                             

Três Corações-MG     

Informações:WatsApp (35) 999.844.501

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DIÁRIO DE MOTOCICLETA

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É um filme relatando a aventura pela América Latina de, Alberto Granado com 29 anos, e Ernesto Guevara com 23 anos, ambos estudantes de medicina, ocorrido em 1952, que queriam fazer pesquisas médicas, mas essa história tomou um rumo diferente.
Eles começam esta aventura em cima de uma motocicleta “Norton 500cc” ano 1939, chamada ¨La Poderosa¨, que de poderosa não tinha nada pois estava muito velha, e sem segurança alguma.

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A primeira parada é na casa da namorada de Ernesto, ela não queria que ele continuasse, mas ele mesmo gostando muito dela, não acatou o seu pedido e seguiu viagem com seu amigo. Eles percorreram a Argentina, Chile (Atacama), Peru (Machu Pichu) e Bolívia.
Ernesto era um jovem frágil e asmático, que diversas vezes na aventura sofre com problemas respiratórios, por causa da chuva e do frio.

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Isso acaba mudando com o decorrer da viagem. Já Alberto era um conquistador, e ótimo dançarino. No começo a viagem era para pesquisa medica, mas logo isso muda ao depararem com a realidade de seu continente.
Eles começaram a ver as diferenças sociais e política, o sofrimento daquele povo, com isso começa a nascer algo novo dentro de Ernesto, a vontade de lutar pelos menos favorecidos.
Ernesto tem um diário que vai anotando tudo sobre a viagem.
A viagem durou 8 meses, de muita emoção e descobertas.

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Na viagem eles interagem com o povo, de cada região e conhece um pouco sobre a vida nada fácil daquele povo.
Eles conheceram um medico na Amazônia Peruana, que lhes apresentou uma colônia de doentes de hanseníase ( lepra), como Ernesto estava estudando aquela doença foi muito proveitosa sua passagem por lá.

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No final desta valorosa aventura os amigos se separam, Alberto vai continuar seus estudos, e Ernesto começa a nascer como o mito CHE, começa sua luta contra as desigualdades daquele povo.
O filme é um ótimo aparelho de estudo para retratar a vida de Ernesto antes de virar o mito Che e mostra como começou a desperta-lo para lutar pelo seu continente.

(Fotos do filme “Diário de Motocicleta”dirigido por Walter Salles de 2004)

Segue abaixo o filme na íntegra.

Lamborghini Urus

O SUV mais rápido do mundo

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Conforto, design arrojado e esportividade são os diferenciais do Lamborghini Urus, considerado o SUV esportivo mais rápido do mundo, impulsionado por um motor V8 de 4 litros que gera 659 cv de potência (650 hp) e 86,7 kgfm de torque

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O Urus foi apresentado no final de 2017 com lançamento previsto para 2018 ainda sem data definida

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A velocidade máxima é de 306 km/h, acelera de 0 a 100 km/h em 3,6 segundos e de 0 a 200 km/h em apenas 12 segundos

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Com espaço para quatro pessoas, privilegiando o conforto dos passageiros do banco  traseiro, interior luxuoso, design aeronáutico e instrumentos de orientação  para o motorista com três telas TFT, um para os instrumentos, um para infotainment e outro para funções de conforto, incluindo o recurso de teclado virtual com reconhecimento de escrita manual. A arquitetura do painel segue o tema “Y” inspirado nos modelos emblemáticos da Lamborghini. O interior pode ser personalizado para ser mais elegante ou mais esportivo, através da seleção de diferentes tipos de cores e materiais

Vamos explicar o que é infotainment: Trata-se de um único sistema para quase todos os smartphones, a operação é intuitiva, o usuário simplesmente conecta o smartphone ao carro e passa a usar o aplicativo por meio da tela do sistema de infotainment. O Mirror Link utiliza um padrão desenvolvido pelo Car Connectivity Consortium

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Os preços do Lamborghini Urus já estão definidos: 171,4 mil euros na Europa (cerca de R$ 660 mil em conversão direta); 168,8 mil euros na Itália, país de origem da marca (R$ 640 mil); 131.500 libras no Reino Unido; US$ 200 mil nos Estados Unidos (R$ 648 mil); 3.130.000 de Renminbi na China e 25.740.000 de ienes no Japão

 

Assista o vídeo abaixo e saiba mais sobre o Lamborghini Urus

Fonte de consulta e fotos: sites relacionados

Texto:  Marcus Vinicius

 

Old Car City

Preparem-se para conhecer o maior cemitério de carros do mundo

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Em meio a uma densa floresta encontramos OLD CAR CITY, localizado em White no estado da Georgia nos Estados Unidos. Tudo isso começou em 1931 como uma revenda de peças usadas,  mais conhecido como ferro velho, o que foi tomando um vulto tão grande, e hoje é o local com maior número de carros abandonados no mundo.

Tudo por aqui é uma mistura de assustador com nostalgia e paz.  O local tem mais de 6 milhas de trilhas pela floresta, que após acostumarmos com o silêncio e cenas da vegetação se misturando com os carros, realmente dá vontade de ficarmos por muito mais tempo.

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Se você está perto de White, Georgia (cerca de 1,5 horas de Atlanta), não perca a chance de passar por Old Car City. Recomendamos usar bons sapatos, um cartão de memória grande em sua câmera e um monte de repelente de insetos. Old Car City está aberto de terça a sábado, e custa R $ 25 para entrar .

Difícil parar de admirar tudo por aqui.

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Mas, não pensem que isso aqui não tem dono. Este terreno e todos carros pertencem a Walter Dean Lewis e nada disso está a venda. Ele sobrevive da cobrança de ingressos dos visitantes de sua floresta e seus velhos carros.

 

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Em Old Car City não tem muito o que falar,

é só observar e curtir.

Plymouth 1936

Teste de resistência 

veja vídeo

 

Cadillac no Gelo

Robert tyckte det var dags att ta ut Cadillacen på en liten vintersladd!

veja vídeo

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